Matérias Mais Lidas

Steve Vai: Eu não posso tocar como Yngwie Malmsteen; ninguém pode tocar como eleSteve Vai: "Eu não posso tocar como Yngwie Malmsteen; ninguém pode tocar como ele"

Bruce Dickinson, sem pensar duas vezes, revela pérola do Maiden que merece mais atençãoBruce Dickinson, sem pensar duas vezes, revela pérola do Maiden que merece mais atenção

Malas sem alça: dez vezes que astros do rock e do metal foram arrogantes em citaçõesMalas sem alça: dez vezes que astros do rock e do metal foram arrogantes em citações

Lemmy e Joey Ramone: a forte e verdadeira amizade entre duas lendas do RockLemmy e Joey Ramone: a forte e verdadeira amizade entre duas lendas do Rock

John Lennon: conheça a música que o uniu a Elton John e o reconciliou com YokoJohn Lennon: conheça a música que o uniu a Elton John e o reconciliou com Yoko

O sentimento de Pete Best, primeiro baterista dos Beatles, após ter sido demitidoO sentimento de Pete Best, primeiro baterista dos Beatles, após ter sido demitido

Raul Seixas: a inusitada reação de Paulo Coelho ao saber da morte do compositorRaul Seixas: a inusitada reação de Paulo Coelho ao saber da morte do compositor

Capital Inicial: cinco músicas que foram escritas por Pit Passarell, do ViperCapital Inicial: cinco músicas que foram escritas por Pit Passarell, do Viper

A opinião de Dinho Ouro Preto sobre o rapper Mano BrownA opinião de Dinho Ouro Preto sobre o rapper Mano Brown

Vocalista do Saxon acha um pouco maluco Judas Priest tocar como um quartetoVocalista do Saxon acha "um pouco maluco" Judas Priest tocar como um quarteto

A opinião de Chester Bennington e Travis Barker sobre o MetallicaA opinião de Chester Bennington e Travis Barker sobre o Metallica

Capital Inicial: quem é a pessoa que inspirou o sucesso NatashaCapital Inicial: quem é a pessoa que inspirou o sucesso "Natasha"

Homem rouba guitarra de R$ 43 mil enfiando-a nas calças; veja vídeoHomem rouba guitarra de R$ 43 mil enfiando-a nas calças; veja vídeo

Por que Renato Russo não deixava ninguém sorrir no palco, segundo Carlos TrilhaPor que Renato Russo não deixava ninguém sorrir no palco, segundo Carlos Trilha

COVID: nunca mais vamos nos livrar disso, diz Ian Anderson do Jethro TullCOVID: nunca mais vamos nos livrar disso, diz Ian Anderson do Jethro Tull


Stamp

Guitarrista de Ozzy fala sobre o projeto GMT

Por César Enéas Guerreiro
Fonte: Blabbermouth
Em 03/12/06

O site DioMessageBoard.com recentemente entrevistou o guitarrista Bernie Torme (GILLAN, OZZY OSBOURNE) sobre sua nova banda GUY-MCCOY-TORME (GMT), que também conta com seu compadre da banda de GILLAN, o baixista John McCoy — que já trabalhou com Joey Belladonna, SAMSON e UK SUB, entre outros — e com o baterista Robin Guy (cujo currículo inclui passagens pelo FAITH NO MORE e pela banda de BRUCE DICKINSON). Alguns trechos dessa entrevista:

P: Como foi que surgiu o GMT?

Bernie: John McCoy e eu costumávamos conversar pelo telefone todo ano na época do reveillon e dizer que deveríamos nos reunir e tocar no ano seguinte; isso provavelmente porque esquecíamos de mandar cartões de Natal ou coisa parecida. Estivemos fazendo isso desde 1989. E sempre esquecíamos do assunto uns dois dias depois. Então Paul Samson [fundador do SAMSON] morreu tragicamente de câncer alguns anos atrás, o que nos afetou profundamente; ambos éramos amigos de Paul. Nós então finalmente decidimos que deveríamos nos reunir antes que um de nós batesse as botas, para saber se ainda existia a velha magia, e John telefonou para Mick Underwood (ex-baterista da banda de GILLAN) e sugeriu que nos reuníssemos para tocar alguma coisa.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Aquilo foi muito divertido, mas quando tentamos gravar a coisa não funcionou tão bem; parecia que estávamos puxando novamente um velho parado, com as mesmas incertezas, rotinas e limites. Eu pessoalmente não queria me envolver com qualquer banda que não continuasse o bom trabalho da banda de GILLAN. Não acredito em ficar vivendo de glórias passadas. Não acho que eu poderia me dar bem naquela situação, parecia que era algo do qual eu realmente não queria participar. Não quero criticar o que outros costumam fazer – cada um tem o direito de fazer o que quiser – mas não tenho nenhuma fé em reuniões, parciais ou não.

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Naquela época eu tinha uma banda chamada ANTIPRODUCT, que gravou uma faixa chamada "Good Vibrations" no meu estúdio em Kent [Inglaterra], com Danny McCormack, do WILDHEARTS/ YO-YOs no baixo e Robin Guy na bateria. Nosso amigo Alex Kane, do ANTIPRODUCT, me disse "Você precisa ver este baterista, cara. Ele é fora de série". Então eu fui e vi aquele doido tocando um trecho de "Good Vibrations", mantendo uma sincronia perfeita ao mesmo tempo em que jogava as baquetas no teto, nas paredes, na janela e berrava enquanto fazia uma virada! Fiquei enfeitiçado! Eu sempre gostei muito de bateristas mesmo. Eu instantaneamente quis tocar com Robin — gostei muito dele — então telefonei pro John, mandei uma fita pra ele, ele veio e fizemos uma jam com Robin, que foi simplesmente de arrasar.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Enquanto isso Alex me convenceu a tocar em um show do Clive Aid [organização que arrecada fundos para o combate à esclerose múltipla, que vitimou Clive Burr, ex-baterista do Iron Maiden] no Ruskin Arms com ele, então tivemos também que convencer Robin e John. Esse foi o primeiro show do GMT (com Alex Kane) e foi pura magia.

P: Eu notei que novo álbum do GMT tem uma atmosfera de show "ao vivo", com poucos overdubs. Você fez isso de propósito? Levou muito tempo para compor as músicas e gravar o álbum?

Bernie: Bem, sim. John tem muitas idéias, entende muito de freqüências e eu sou meio teimoso em termos de produção, sobre como gravar algo, porque eu não acredito muito em "produção", assim ninguém se intromete no que o outro faz. Ele acredita que está produzindo e eu não! Quando eu penso nos álbuns que eu REALMENTE gosto (não apenas da música; há muita música boa gravada de um jeito que eu pessoalmente não gosto) – os que realmente me tocam são: os do Elvis nos estúdios Sun e no começo da RCA, do Hendrix desde os GYPSIES até o primeiro álbum do EXPERIENCE, Frank Sinatra com Nelson Riddle, Chuck Berry, Buddy Holly, AC/DC antigo e todas as músicas folk que eu adoro (e eu amo música folk; ei, eu sou irlandês), RAMONES, MOTÖRHEAD antigo, BEATLES antigo e THE WHO, ROLLING STONES, ZEPPELIN, INCREDIBLE STRING BAND, BOB DYLAN, CHIMES OF FREEDOM, JOHN COLTRANE. Ei, são apenas pessoas tocando numa sala! Nenhuma parafernália eletrônica, apenas uma boa instalação de microfones e equipamento de boa qualidade para gravar a química e a magia humana. E os acidente e os erros são a melhor parte – isso é a magia. Eu sou o dono do estúdio onde fizemos as gravações, fiz a engenharia de som, é assim que fizemos. Uma banda de Rock, técnica de gravação de jazz, gravamos do jeito que somos, como Jimmy Page e os ROLLING STONES fizeram, mas do nosso jeito, e funcionou muito bem.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Sendo as pessoas e os músicos que somos, a minha escolha era "Devo fazer o som ficar ‘bom’, produzido e convencional, ou devo fazer tudo do nosso jeito, três músicos de estilo bastante peculiar fazendo as coisas naturalmente, isto é, fazer barulho pra ca**te, gravar de modo totalmente simples, do jeito antigo?" Só queríamos agradar a nós mesmos, então é claro que escolhemos a segunda opção! Não queríamos de maneira alguma gravar um álbum de maneira convencional e refinada, apenas gravar o que fazemos como músicos da melhor maneira possível e ver se ficou bom. Eu realmente não vejo motivo pra fazer overdubs, embora haja alguns em "Miss The Buzz" e em algumas outras partes.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Mas se a banda — eu John e Robin — não tivéssemos, pra começar, feito uma boa gravação, pra que fazer overdubs? E se tivesse ficado boa, pra que fazer overdubs? Eu realmente acredito que, se a coisa não é boa do jeito que está, pra quê perder tempo com ela? Ficar só enfeitando não ajuda! Conheço muita gente que adora o estilo da gravação de "Bohemian Rhapsody", mas, francamente, acho que isso tem uma influência muito mais destrutiva sobre a música e sobre os músicos do que qualquer droga já teve. Eu não demoro muito para gravar ou pra compor. Minha política é a simplicidade. As faixas básicas não levaram mais do que duas semanas para serem gravadas. Mas levou um certo tempo para saber como usar a abordagem ‘sem overdubs’ e deixar todo mundo contente! A mixagem demorou um pouco, basicamente porque era uma abordagem nova. As músicas realmente "cresceram" num curto espaço de tempo. Algumas ficaram mais "velhas" Por exemplo, "No Justice" e os riffs de "Bitter & Twisted" e "Vincenzo (Bella Grande Pumpo Del Amore)".

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Visite Bernie e o GMT no link gmtrocks.com.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Iron Maiden: Fã em cadeira de rodas emociona Bruce em Belo HorizonteIron Maiden
Fã em cadeira de rodas emociona Bruce em Belo Horizonte

Dead Fish: A proposta mais indecente que a banda já recebeu pelo FacebookDead Fish
A proposta mais indecente que a banda já recebeu pelo Facebook


Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

Mais informações sobre

Mais matérias de César Enéas Guerreiro.