Aerosmith: "o negócio é fazer, não só falar"

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Por Marco Néo, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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A reportagem abaixo é de James McNair, do Belfast Telegraph:

"Quando olho para Joe Perry no palco", diz Steven Tyler sobre o guitarrista de sua banda, "eu vejo alguém que tem o rosto tão esculpido quanto o de um de seus cavalos. Eu tento continuar com a mesma aparência porque sou um egomaníaco. Vejo artistas que ficaram tão descuidados ou gordos e parecem uma mera sombra do Adonis que já foram. Todo mundo tem um herói que já viu ir pro saco, certo?"

Se o vocalista do AEROSMITH, de 59 anos de idade, não fosse tão conservado, suas palavras seriam mais difíceis de engolir. O que para alguns pode soar como uma espécie de fascismo corporal é, para Tyler, uma simples expressão das regras que um Rock Star tem que obedecer. "Para continuar no topo não basta falar, tem que fazer", diz ele. Hoje, em sua suíte no hotel Kinghtsbridge, Tyler está fazendo e mostrando, com seus sapatos pintados como pele de leopardo e uma jaqueta de couro preta aberta, para revelar seu tronco magro. Ao ser perguntado sobre hits de sua banda, como "Love in an Elevator", ele tem uma agradável tendência de cantar partes de sua resposta. Pergunto sobre se o seu passado como baterista explica seus vocais bastante rítmicos e ele devolve uma cantarolada do coro de "Rag Doll" enquanto mantém o tempo em uma bateria imaginária.

O AEROSMITH está em Belfast como atração principal do Hyde Park Calling, a primeira apresentação da banda no Reino Unido em mais de oito anos, e no dia 1.º de julho Joe Perry se apresentará no Concerto para Diana. Três anos mais novo que Tyler, Perry reconhece que a dupla é o pior exemplo possível para os perigos do abuso de drogas. "As pessoas nos vêem e pensam 'oK, eles conseguiram se livrar, por que eu não conseguiria?'" diz o guitarrista. "A realidade está nos genes. Meu avô italiano, por parte de mãe, tinha todos os cabelos, mesmo com bastante idade, e meu avô paterno era um marinheiro português bem forte".

Leia a entrevista completa neste link.


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Sobre Marco Néo

Nascido na primeira metade dos anos 70, teve seu primeiro contato com sons pesados quando o Kiss veio para o Brasil, em 83, mas não compreendeu bem o que era aquilo. A contaminação efetiva ocorreu um ano depois, quando conheceu Motörhead, Judas Priest, AC/DC, Iron Maiden. Desde então, tornou-se um apaixonado colecionador de tudo o que se refere a Metal e Rock'n'Roll, independentemente de subestilos.

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