Obituary: "para tocar bem é preciso sofrer"

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Por César Enéas Guerreiro, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Ralph Santolla, guitarrista do OBITUARY (também ex-DEICIDE, DEATH, ICED EARTH) divulgou em 2007 a seguinte mensagem em sua página no MySpace.
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“OK, em primeiro lugar – Eu não faço, e nem conheço, nenhum exercício de palhetada! Esse tipo de coisa não é pra mim. Para aquelas pessoas que sempre perguntam ‘como você toca arpejos?’, a tentação de postar um vídeo meu no YouTube tocando alguns arpejos e dizer ‘é assim’ é muito grande. Essa é uma pergunta estúpida, sem querer ofender, mas a resposta é tão óbvia que eu quase fico revoltado toda vez que leio um desses e-mails. Com relação às palhetadas rápidas ou a qualquer outra coisa que eu já tenha tocado na guitarra, eu faço assim: Eu decido que notas quero tocar e trabalho nelas, ESCUTANDO como é que soam, até que fiquem como eu quero. Às vezes isso leva anos. A questão é que não conheço NENHUM segredo de como tocar guitarra, não há nenhum pó mágico que você possa espalhar na sua guitarra (ou em você, se esse é o seu estilo) para que você seja um grande guitarrista. Para dominar um instrumento é preciso sofrer. É um processo, não é algo que termine um dia. Em outras palavras, todos os que trabalham nisso no mundo estão no mesmo processo, apenas em diferentes etapas. Então se você REALMENTE quer tocar muito bem, só há um jeito – praticando. É como tentar derrubar uma montanha com uma escova de dente – você nunca termina, apenas avança um pouco todo dia. É isso o que eu faço".

“Tendo dito isso, aqui vai um pequeno conselho que vai melhorar instantaneamente o seu senso musical e destacar imediatamente a peculiaridade do som de cada um: Quando você toca ou pratica (qualquer instrumento), comece e termine suas frases antes e depois da linha de compasso. Começar e terminar as frases dentro do compasso o tempo todo soa muito amadorístico e é um mau hábito de muitos guitarristas de Metal. Tente, e não derrame a sua cerveja, outro hábito dos novatos”.

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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