Satyricon: diferentes formas de compreender o Black Metal

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Por Emanuel Seagal, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Christopher Porter, do Washington Post Express, entrevistou Kjetil-Vidar "Frost" Haraldstad, baterista do SATYRICON, em fevereiro de 2009.

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Washington Post Express: Na Noruega, Escandinávia e em muitos lugares da Europa, o Black Metal é bem conhecido, um gênero estabelecido há bastante tempo. Mas aqui na América do norte ainda é algo cult e muitos jornalistas que não escrevem sobre metal regularmente não tem nenhum contato com isso. É difícil explicar do que realmente se trata o SATYRICON, sem aquelas situações de tablóides interferindo?

Frost: "Você está absolutamente certo que [o Black Metal] é compreendido de uma forma bem diferente [na Noruega]. Eu acho que isso às vezes tem a ver com a forma que bandas como nós trabalhamos para fazer com que a imprensa musical entenda nosso gênero pelo que ele é musicalmente. E nossa estratégia tem tido sucesso de forma que os maiores veículos têm jornalistas musicais que entendem esse tipo de música, então quando alguém faz uma referência a bandas como SATYRICON, elas são feitas por pessoas que realmente entendem do que se trata o SATYRICON, e falam da banda de uma forma racional, ao invés de pegar a perspectiva de um tabloide totalmente alienado de todo este gênero musical. Aqui nos EUA há um crescimento na popularidade deste gênero musical agora, mas levará algum tempo para que a indústria da música e jornalistas compreendam a música pelo que ela é. Mas na Noruega, nós tivemos um longo caminho e podemos operar como qualquer outra banda, e sermos compreendidos pelas nossas qualidades musicais e nível musical que temos, ao invés de apenas pertencer a um gênero extremo para devotos particulares".




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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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