Andre Matos: "Sempre procuro uma motivação para compor!"

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Por Karina Detrigiachi, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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O vocalista ANDRE MATOS (ex-ANGRA/SHAMAN) concedeu uma entrevista ao site SpazioRock e abaixo podem ser conferidos alguns trechos da conversa.

Eu gostaria de começar falando sobre o ‘Mentalize’. Ele parece mais calculado do que o ‘Time To Be Free’ e um pouco mais difícil de digerir. Você quis criá-lo com a mesma atitude que o anterior, ou neste você se sentiu mentalmente mais livre?

Matos: "Bem, quando você começa a compor músicas para um novo álbum, você nunca sabe quais músicas surgirão. Sempre nesta situação, eu estava com os meus colegas de banda e costumávamos compor e escrever as músicas juntos... Então, nós tecnicamente decidimos por não nos preocuparmos muito com o que iria surgir. Nós temos essa filosofia de ‘faça apenas aquilo que você é capaz de fazer e o que sair que seja de uma forma espontânea’. Então, acho que este álbum é de alguma forma mais espontâneo e mais natural do que o primeiro. Não quero dizer que o primeiro não seguiu a mesma filosofia, mas talvez, devido ao fato de ter sido o primeiro lançamento da minha banda solo e carreira solo, é claro que você se preocupa com o resultado. Você quer fazer o seu melhor, você quer colocar todas as suas ideias ao mesmo tempo. Então, acho que de alguma forma o ‘Mentalize’ foi construído de forma mais simples, mas a atmosfera, a substância das canções e as idéias não são menos intensas. Tudo ainda está lá. Nós sempre acreditamos que deve haver algum tipo de desenvolvimento e aprimoramento de um álbum para o outro e, pelo menos, os álbuns são diferentes um do outro, mas ainda mantêm a mesma atitude."

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Perfeito! Creio eu que agora você realmente se sente mais livre.

Matos: "Sim, sabe, o primeiro álbum foi intitulado como ‘Time To Be Free’ e aquela era realmente a procura da auto-expressão, da liberdade e libertação, e talvez isso tenha sido confirmado no segundo álbum. Eu acho que é um ponto positivo: podemos realmente falar para fora de nossas mentes, podemos realmente compor o que está em nossas almas e que virá sempre através da música e nós vamos atingir as pessoas com esta mensagem. Isso é liberdade na música, basicamente, não significa que não me importo com o que as pessoas pensam do seu trabalho, mas que você não faz algo somente para satisfazer o gosto de outra pessoa. É também tentar ousar e buscar novos elementos e idéias: isso sempre foi muito importante para mim. Em toda minha carreira, sempre tentei encontrar uma motivação para escrever canções, e não só porque eu tinha que liberar alguma coisa."

Para ler a matéria completa (em inglês) acesse o link abaixo:

http://www.spaziorock.it/intervista.php?&id=159&eng=1




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Sobre Karina Detrigiachi

Designer, nascida na cidade de São Paulo, Kari como é mais conhecida, cresceu ouvindo Deep Purple, Led Zeppelin, Skid Row e Alice Cooper. É apaixonada por todas as vertentes do Metal, porém ouve de tudo um pouco sem se prender a rótulos.

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