Slash: "Eu sei o quanto Axl me odeia", diz guitarrista

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Por Nacho Belgrande, Fonte: The New York Post, Tradução
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Matéria de 05/04/10. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Em uma sessão de "Perguntas e Respostas" com Slash, publicada no The New York Post em abril de 2010, o ex-guitarrista do GUNS N' ROSES fala sobre tocar com Fergie, conhecer a "insuportável" Cher e porquê uma reunião com Axl é duvidosa.

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Considerando o desastre que Axl Rose se tornou, é difícil de acreditar que Slash esteve numa banda com ele mesmo por um minuto. O temperamento suave de Slash é quase tão igual em nível ao de turbulência pessoal de Axl. E ainda assim Slash, que criou alguns dos maiores riffs e solos da era rock (“November Rain”, “Sweet Child O' Mine”, “Welcome to the Jungle”, etc.) deu azar não uma, mas duas vezes no departamento de vocalistas destemperados ao criar o VELVET REVOLVER com o cantor Scott Weiland.

O modelo para óculos Ray Ban e cartolas falou com o The Post:

Uma vez que sua mãe [Ola Hudson] era estilista para músicos e seu pai [Anthony Hudson] criava capas para discos, você conhecia astros do rock na infância?

"Sim. Muita excentricidade de pop stars – muitas vontades e necessidades e ilusões de grandeza. Joni Mitchell era provavelmente minha favorita. Ela era simplesmente uma pessoa muito profunda e cheia de alma. Mas, por outro lado, havia Cher, que era insuportável. Ela tinha muita pose. Minha mãe tinha uma loja, e ela entrava nela e era exigente e rude".

Quando Axl finalmente lançou “Chinese Democracy” em 2008, o que você achou?

"Era o disco perfeito de Axl – exatamente o que eu teria esperado dos anos finais trabalhando juntos, e vendo pra onde ele estava indo musicalmente. É bem pesado; meio que um disco sombrio, deprimente. Ele é fodidamente fenomenal".

Mas vocês dois não tem se falado em anos, você estaria aberto a conversar de novo?

"Eu sou mais ressabiado porque eu sei o quão veementemente ele me odeia. Então isso meio que me faz questionar isso. Mas se nos encontrássemos e toda aquela animosidade passasse por um segundo, daí eu tenho certeza que poderíamos ter uma conversa interessante".

Axl Rose e Scott Weiland são grandes vocalistas, mas não tão estáveis. É por isso que você trabalhou com tantos convidados em seu novo disco?

"Agora você está entrando no aspecto psicológico mais profundo disso, o que eu realmente não tinha levado em consideração. Talvez algumas horas no divã me façam responder a essa pergunta! Eu acho que a coisa toda foi apenas inspirada por grandes vocalistas com os quais eu queria trabalhar. Eu não pensei sobre outros aspectos disso. Mas o lance legal que surgiu disso foi que ganhei um respeito inteiramente novo por cantores, e mudou minha postura em relação a eles dado os últimos sujeitos com os quais trabalhei. Essas pessoas foram todas fabulosamente graciosas e profissionais. Eu tenho feito tanto trabalho de sessões de estúdio onde eu escrevo ou toco com alguém, e é um sentimento de vazio quando você acaba porque eles somem com o material – é como ser uma barriga de aluguel. Então dessa vez, eu chamei essas pessoas pra tocarem no meu disco".

Aquela faixa “Beautiful Dangerous” é bem hard rock pra Fergie!

"De fato. Mas eis o lance com a Fergie: Eu a encontrei no [casa noturna] Avalon em Los Angeles quatros anos atrás. A gente fez um pout pourri de rock, e ela cantou 'Black Dog', 'Live and Let Die' e 'Barracuda' do jeito dela. Eu não ouço mais grandes vocalistas mulheres de rock como ela. Foi do caralho. Ela na verdade é mais uma cantora de rock do que de pop; eu acho que até Will [will.i.am dos Black Eyes Peas] sabe disso".

Na terça, Slash lança seu primeiro disco solo – intitulado simplesmente “Slash” com uma vasta gama de vocalistas convidados que inclui Ozzy Osbourne, Fergie, Adam Levine, Chris Cornell, Iggy Pop e outros.

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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