Ozzy Osbourne: "Eu poderia ter morrido umas mil vezes!"

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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Matéria de 31/05/10. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Nesse final de semana de ‘Memorial Day’ (feriado americano que lembra os mortos em guerras), é especialmente triste para os fãs do metal e hard rock pois eles dizem adeus a dois de seus músicos favoritos.

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Funerais particulares se realizaram na sexta (28 de maio) em Des Moines, Iowa, para o baixista do SLIPKNOT Paul Gray, que foi encontrado morto em um quarto de hotel em um subúrbio de Des Moines em 24 de maio. A causa da morte de Gray ainda não foi determinada, apesar de que, de acordo com uma chamada de emergência, uma agulha hipodérmica e comprimidos foram encontrados próximos ao corpo do músico de 38 anos. SLIPKNOT não deu dicas sobre o seu futuro.

Um funeral público foi realizado no domingo (30 de maio) em Los Angeles para Ronnie James Dio, o líder do BLACK SABBATH, RAINBOW e DIO, que perdeu sua luta contra o câncer de estômago há duas semanas aos 67 anos. Mais de 1.200 fãs e amigos compareceram ao evento.

As mortes de Dio e Gray foram as últimas que atordoaram o mundo do rock pesado nos últimos seis meses. O baterista do AVENGED SEVENFOLD James "The Rev" Sullivan morreu em dezembro passado, enquanto o líder do TYPE O NEGATIVE Peter Steele faleceu no mês passado.

Ozzy Osbourne, que conhecia todos os artistas, disse a The Pulse of Radio que é triste ver tantos músicos falecerem em um período tão curto de tempo, “Quero dizer, ultimamente parece que todo mundo está batendo as botas,” ele disse. “Isso acontece uma vez ou outra, sabe. Eu só espero que minha vez não chegue logo. É o que acontece, sabe. Você me escuta falando, eu tenho sorte de não ser um dos mortos, porque eu costumava – quero dizer o Ronnie James Dio não tinha nenhum problema, mas quando há drogas envolvidas ou álcool... Eu poderia ter morrido umas mil vezes.”

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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