Jeff Scott Soto: as influências do R&B e Soul do vocalista

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Por Nathália Plá, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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Matéria de 04/05/10. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

A Solid Rock entrevistou JEFF SCOTT SOTO (ex-TALISMAN, JOURNEY, YNGWIE MALMSTEEN). Segue um trecho:

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Me fale sobre seu histórico musical dos primeiros anos.

“Bem, eu comecei principalmente com r&b, soul e pop. Eu não entrei com tudo no hard rock/heavy metal até bem mais tarde. Todos meus amigos estavam nessa bem antes de mim. Eu achava que era um monte de barulho. E estou satisfeito de ter tido essa iniciação na música antes de eu partir para o hard rock porque há tantos artistas, sem citar nomes, que faltam um outro elemento da música, que eles poderiam aplicar ao que eles estão fazendo e isso é uma das coisas que eu fui capaz de trazer para o hard rock. É algo como o que o Steve Perry trouxe para o JOURNEY. Ele veio de uma forte influência do Motown/R’n’B e black music e o JOURNEY era primariamente uma banda de rock e ele os fez soar mais como R’n’B, uma banda de Black rock, por assim dizer. Eles tinham esse vocalista que mandava essa coisa R’n’B e eles não teriam o sucesso que tiveram se eles não tivessem essa mistura de estilo e colocado em seu som. É como o que eu tenho dito, meus primeiros anos, o que eu trouxe para o que estou fazendo agora seria um pouco diferente se eu fosse só um cantor de rock e tudo o que tivesse escutado fosse Robert Plant e KISS e aquele tanto de coisa que meus amigos escutavam. Eu acho que acrescentei um elemento diferente às coisas e não seria assim se eu não tivesse esta bagagem".

Artistas favoritos que você ouvia enquanto crescia?

“Quando estava crescendo era muito JACKSON 5. Quero dizer, muito daquelas coisas de Motown que acabei de dizer. SAM COOKE que ainda é um dos meus cantores favoritos de todos os tempos. Então, quando fui ficando mais velho, TERENCE TRENT D'ARBY foi uma grande influencia e então ele era basicamente como eu e na mesma faixa etária e aparecendo ao mesmo tempo. Ele era alguém como 'meu Deus, escuta esse cara cantar’! Ele trouxe aquilo tudo na sua própria vibe também. Então sim, eu acho que escuto mais coisas com base no r&b/soul do que no hard rock, especialmente nesses dias que eu tento misturar tudo. Se eu tenho r&b demais eu preciso de rock. Se eu escuto demais rock/metal eu preciso do meu jazz, do meu soul e de música clássica.”

Leia a entrevista completa (em inglês) neste link.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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