Helmet: novo álbum postergado para o mês de agosto

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Amy Harris do CityBeat recentemente entrevistou o vocalista/guitarrista Page Hamilton da lenda do metal alternativo HELMET. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

CityBeat: O que te inspirou a entrar para a música tão jovem?

Page Hamilton: "Sempre fui um grande fã de música e adorava EAGLES, AMERICA e THE BEATLES, e então eu ouvi a banda LED ZEPPELIN e se tornou uma obsessão. O Jimmy Page parecia ser tão legal. Aos 18, ou era música ou era pornô gay".

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CityBeat: O novo álbum [do HELMET], "Seeing Eye Dog" ("cão guia", em português), está com lançamento previsto para 22 de junho. Você pode me falar mais sobre a inspiração para o nome?

Hamilton: "O lançamento do álbum na verdade foi postergado para 24 de agosto pois estamos tentando terminar a arte e finalizar as faixas. Eu normalmente me afasto de declarações políticas, mas há algum tema social no álbum. Um 'cão guia' é aquele que leva o cego. Eu também li um poema de Ezra Pound, um dos meus poetas favoritos, chamado 'The Seeing Eye' ('O olho que vê', em português) e a imagem ficou grudada em minha mente".

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CityBeat: Qual sua música favorita no álbum para se tocar ao vivo?

Hamilton: "Até agora concluímos cinco músicas para o álbum. Uma não pode ser tocada porque é uma digitalização orquestrada de instrumentos. Outras como 'So Long', 'Welcome to Algiers' e 'In-person' estão sendo tocadas ao vivo. Está me exigindo treinamento para que eu tocar guitarra e voltar aos vocais. Uma cerveja ou duas me ajuda a relaxar e geralmente melhora o fluxo".

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CityBeat: Qual seu processo para compor?

Hamilton: "Eu costumava compor toda a música e então colocar a letra nela depois de eu ter o padrão rítmico. Ao longo dos últimos 10 anos, eu pego idéias musicais que inspiram o movimento vocal e rítmico. Eu também tenho anotações em todos os lugares – em casa, no carro, e em todo espaço – para capturar idéias assim que eles vêm a mim. A linguagem sempre me fascina e eu tento não fazer declarações políticas e não tenho uma pauta. Eu sinto que se você tiver uma pauta ela vai lavar o significado das músicas. Eu apenas tento fazer observações".

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Leia a entrevista completa (em inglês) no citybeat.com.




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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