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Back and Forth: Dave Grohl além do sorriso

Por
Fonte: Aliterasom
Postado em 25 de junho de 2011

Nem o mais fervoroso fã de Nirvana imaginava que o baterista de longas madeixas por detrás do genioso e genial Kurt Cobain e do baixista Krist Novoselic, fosse igualmente talentoso e genial e um pouquinho genioso. Ele superaria uma das maiores perdas do rock no século passado, sem optar por projetos obscuros, discos que explorassem o lado mais underground da sua formação ou se tornasse músico de estúdio. Dave Grohl tornou-se uma estrela, juntamente com o Foo Fighters.

Em "Back and Forth" (dirigido por James Moll) além de vermos a bonita e singular história do baterista, guitarrista e vocalista, entendemos e percebemos como funciona a banda na qual tudo gira em torno de seu fundador-dono. De onde partem as decisões, as ideias para as canções, os locais de gravação, os timbres e até (!), os arranjos de bateria, como no dramático episódio em que Grohl é obrigado a dispensar seu primeiro baterista – o músico William Goldsmith – por não fazer as partes de bateria que mais lhe agradava. Tudo isso por telefone.

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Durante vários trechos do filme/documentário não assistimos o divertido e funny Dave, mas um melancólico ser humano que revive cada sentimento ao falar das lembranças dos períodos de dificuldade que teve para passar por seus dramas, principalmente os que diziam respeito aos seus relacionamentos interpessoais. O depoimento dos músicos envolvidos com a história do FF credibilizam cada episódio e não atenuam alguns dramas citados. Mesmo assim, não há sacarina e nem os fatos são tratados de forma piegas. A emoção de Grohl, por exemplo, tocando no estádio de Wembley, é genuína e comovente. Até porque, em um determinado trecho deste show está tocando ao lado de metade do Led Zeppelin, com Jimmy Page + John Paul Jones. De arrepiar.

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As histórias de Pat Smear, o reencontro com Krist, sua interação com a família, as crises nas produções dos discos (especialmente One by One), são capítulos interessantíssimos de uma história fascinante de um músico que corria o risco de ficar atrás das baquetas de uma das bandas mais cultuadas do planeta e acabou se tornando uma figura carismática, querida por músicos de quase todos os estilos e autor de clássicos do rock contemporâneo americano, como Learn To Fly, Times Like These e Big Me.

O documentário começou a ser exibido em alguns cinemas no Rio de Janeiro e é uma excelente pedida, não apenas para quem gosta de Foo Fighters ou mesmo de Dave Grohl, mas para aqueles que ainda buscam entender como funciona a mente talentosa de um músico de rock.

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twitter do autor: @dcostajunior
twitter do site: @aliterasom

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Sobre Daniel Junior

Daniel Junior era blogueiro do Diário do Pierrot e do site The Crow (especializado em cinema). Colaborava com o site Seriemaníacos (sobre séries de TV) e com o blog Minuto HM. Começou seu amor pelo rock por causa do Kiss e do Black Sabbath até conhecer outras bandas pelas quais nutriria paixão e admiração como Metallica, Rush, Dream Theater, Faith No More e tantas outras. Daniel faleceu em 2017 e definitivamente fará falta.
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