Arch Enemy: trecho de entrevista com Michael Amott
Por Juliana - AEBR
Fonte: Brazilian Apocalypse
Postado em 03 de julho de 2011
O Fansite oficial do Arch Enemy no Brazil - http://www.archenemy.net.br - acabou de postar a tradução de uma entrevista com o Michael Amott. Leia um pedaço abaixo:
Sam Roon - "Khaos Legions" é facilmente reconhecido como poderoso para sua carreira impressionante e é um atestado de qualidade e musicalidade que os fãs em todo o mundo têm vindo a esperar do Arch Enemy. O que torna este álbum especial para você?
Michael Amott - Acho que nós fomos mais fundo nas nossas raízes coletivas e também tentamos algumas idéias novas e acredito que produzimos um dos nossos maiores esforços até hoje. O álbum é ainda muito novo e fresco, então eu não tenho um monte de perspectivas sobre ele ainda ... eu sei que eu estou muito orgulhoso do "Khaos Legions".
Sam Roon - Existe realmente algo para todos no "Khaos Legions", para os fãs de longa data do Arch Enemy e para novatos. O que é isso sobre a música que você sente que te faz tão acessível para novos fãs, mas o mantém alinhado com os muitos elitistas do metal por aí?
Michael Amott - Isso é ótimo, mas nós não propusemos a fazer álbuns "equilibrados" ou "seguros" ... Nós simplesmente escrevemos e o que sai naturalmente é o que acaba na gravação. O que nós gostamos ou sentindos no momento dita a direção e o som de cada capítulo da banda. Nossas gravações são sempre um pouco extremas demais para o "mainstream" e não extremas o suficiente para o underground. Conseqüentemente, nós somos uma banda que existe entre esses dois mundos, e não é um lugar ruim para se estar! Temos, como você disse, um monte de fãs em vários campos e podemos tocar na frente de um monte de diferentes públicos.
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Sam Roon - Em nossa review do álbum em SkullsNBones mencionamos que várias músicas tiveram alguns sabores novos para eles. Canções como "No Gods, No Masters" e "Bloodstained Cross" tiveram elementos que tipicamente não são vistos nos álbuns Arch Enemy. Qual foi a inspiração por trás desses novos recursos para a música?
Michael Amott - Com "No Gods, No Masters", é uma mais melódico e uma abordagem quase "rock" para a composição. Nós somos todos grandes fãs de metal clássico e hard rock então isso vai sair às vezes em nossa própria escrita. "Bloodstained Cross" é mais extrema e tem talvez algumas torções e voltas inesperadas, foi um fluxo muito natural quando a escrevemos e arranjamos. Somente quando foi concluída que compreendemos plenamente que foi uma canção bastante única e especial para nós.
Sam Roon - O mundo da música pesada muitas vezes empurra as bandas a ter foco em outros elementos além da música, como a exploração de mulheres por razões que não o seu talento único e impressionante. Como o Arch Enemy combate essas influências externas, e que conselho você daria para aqueles em uma situação similar que possa estar em conflito com a forma de lidar com isso?
Michael Amott - Eu não sou a pessoa certa para dar conselhos. Para nós, sempre foi simples. Angela é a vocalista do Arch Enemy e ela faz isso muito bem, ela tem uma voz única e uma presença de palco enorme. Ela também gerencia a banda e lida com assuntos do nosso negócio desde 2008. Angela é muito confiante e forte. Ela quebra um monte de estereótipos o que pode assustar algumas pessoas e fazê-las sentir inseguras, o que não é nosso problema. Isso não é um concurso de popularidade - isso é metal, porra.
O Khaos Legions já está disponível em versão nacional. Para informações sobre onde comprar vá para
http://www.archenemy.net.br/produtos_arch.php
Para ler a matéria completa clique no link a seguir:
http://www.archenemy.net.br
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