Chimaira: guitarrista comenta mudanças na formação e álbum

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Por Kako Sales, Fonte: Blabbermouth.Net, Tradução
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Matéria de 08/08/11. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Josh Hard, da revista Guitar World, recentemente conduziu uma entrevista com o guitarrista Rob Arnold, do Chimaira. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

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Guitar World: Então vocês passaram por grandes mudanças na banda desde o lançamento do álbum “The Infection”, em 2009. Vocês perderam três membros...

Rob Arnold: É... No fim do ano passado, nosso baixista de longa data, Jim LaMarca, decidiu que era hora de jogar a toalha, se aposentar e fazer algo mais familiar, em casa. Ele também é barbeiro – ele cortou nossos cabelos durante as turnês por anos. A família dele tem um negócio no ramo e tal, e ele decidiu que isso era o que ele queria fazer. E ái, nosso baterista Andy (Herrick) e nosso tecladista Chris (Spicuzza), no início desse ano, também tomaram a decisão de que não queriam seguir em frente e gravar o álbum. E foi isso. Você sabe que esse tipo de coisa acontece. Estivemos juntos por muito tempo e mudanças acontecem na vida das pessoas. Os caras chegam e têm que decidir se eles realmente querem continuar pelo longo caminho ou fazer mudanças em suas vidas, e mudanças em suas vidas foram o que aqueles caras decidiram fazer.

GW: Você acha que os fãs poderão dizer que essas mudanças influenciaram a banda e o novo álbum (“The Age of Hell”) de alguma forma?

RA: Bem, eu acho que, inicialmente, a reação dos fãs definitivamente foi: “Caralho, não acredito que isso tá acontecendo.” Mas podemos garantir aos fãs que as coisas não mudaram tanto. Eu acho que a chegada de novos membros na banda trazem uma nova energia e revigoram a banda, e é com isso que estamos contando. Então pegamos Emil Werstler e Sean Zatorky, do Daath, e Austin D’Amond, do Bleed the Sky – que também faz parte de meu projeto paralelo The Elite. Eu conheço o Austin já há algum tempo e sabia que ele era um grande baterista. Então trouxemos esses caras e foi assim, eles ficaram totalmente animados, felizes por estarem tocando, embalados com a música. Fizemos uma pequena turnê em Ohio e foi demais. Os fãs parecem ter reagido muito bem a tudo isso. Estamos super entrosados e seguindo em frente.

GW: Esses caras contribuiram muito no processo de composição do novo álbum, ou já estava tudo em seus devidos lugares?

RA: Não. Na verdade, já tínhamos terminado de compor o álbum antes que essa turnê acontecesse. Basicamente, Mark (Hunter, vocais) e eu compusemos o álbum, junto com Ben Schigel – nosso produtor de longa data – que gravou a bateria do álbum. Ele tocou bateria para nós por alguns anos, apenas por diversão, e Mark fez parte de uma banda com ele antes do Chimaira e sabíamos que ele faria isso por nós. Queriamos gravar o álbum e só então incorporar os novos membros. Ao invés de apenas fazer uma experiências com os novos membros, queríamos manter o núcleo de composição entre Mark e eu inteiro para o álbum e então ver o que aconteceria depois.

GW: Há alguma mensagem que você gostaria de enviar aos fãs sobre o que eles devem esperar para este álbum?

RA: Muito entusiasmo. Mais dinâmica do que você jamais ouviu em um álbum do Chimaira. Uma nova energia. Acho que para Mark, especificamente, há uma nova liberdade em seus vocais que vocês nunca ouviram antes. Um sopro de ar ou um suspiro de alívio. Um monte de riffs legais, ótima sonoridade das guitarras, linhas de bateria incríveis – uma bateria muito técnica, com um monte de viradas criativas. Acho que, no geral, um monte de gente vai ficar realmente feliz e suspresa. É diferente de qualquer outro álbum que já fizemos no passado, queé álbum do qual estamos muito orgulhosos, que cada álbum é diferente do anterior. Mas você pode com certeza afirmar que é Chimaira.

Leia a entervista na íntegra (em inglês) na revista Guitar World:
http://www.guitarworld.com/interview-chimaira-guitarist-rob-...

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Sobre Kako Sales

Mineiro de Januária, baterista autodidata, cresceu em ambiente familiar ligado à música popular e erudita. Seu pai chegou a fazer pequenas turnês com bandas da Jovem Guarda como tecladista no fim da década de 70. Aos 10 anos, iniciou os estudos de teoria musical e piano clássico. Teve o primeiro contato com o mundo do metal ao escutar o CD Angels Cry do Angra, aos 15 anos. Desde então tem se dedicado a conhecer, colecionar e difundir o melhor do metal brasileiro e mundial. Graduado em Letras/Inglês, principalmente por influência da língua-mãe do rock, tem como principais ícones do metal as bandas Angra, Symphony X, Dream Theater e Opeth.

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