Ozzy: levou tempo para superar a morte de Randy Rhoads

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Por André Garotti, Fonte: Guardian.co.uk, Tradução
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Rob Fitzpatrick, do U.K.'s Guardian.co.uk, conduziu em 2012 uma entrevista com o lendário cantor de Heavy Metal Ozzy Osbourne. Seguem alguns trechos da conversa.

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Sobre o BLACK SABBATH aparentemente ter chegado ao fim da estrada em 1979:

"A gente nunca soube o que aconteceria no dia seguinte. Tentamos nos gerenciar por um tempo, mas a gente sempre estava na porra do bar. Estávamos cansados uns dos outros também - você não quer nem estar perto da sua esposa o tempo todo e você casou com ela - e nenhum de nós queria levar essa merda de magia negra pra sempre, então tentamos ficar um pouco modernos. Mas você deve seguir aquilo que sabe fazer melhor."

Sobre ter ouvido sobre o guitarrista Randy Rhoads através de Dana Strum da banda SLAUGHTER:

"(Dana) falava e falava sobre aquele cara (Randy) como se ele fosse a porra do Jesus. Eu estava fumando maconha e me embebedando e me fodendo com o pó e eu só queria ir pra casa, mas ele disse que eu tinha que ver o cara. Então o Randy apareceu, um metro e cinquenta e poucos e tão magro, eu pensei que ele era uma fada. Quando ele tocou meu cérebro pensou, 'Ou esse é o melhor equipamento de todos os tempos ou esse cara realmente é o melhor guitarrista no mundo.'"

Sobre Randy Rhoads ter morrido aos 25 anos de idade:

"Levou muito tempo para eu superar a morte dele. Eu até hoje tomo uma dose baixa de anti-depressivos. Randy me deu um propósito, ele me deu esperança. Eu estava farto de brigar com as pessoas. Eu tenho o maior respeito por ele."

Sobre sua música "Suicide Solution" ter inspirado um processo em 1984 que fez Osbourne e a CBS Records serem acusados de incitar, via mensagens subliminares, o jovem alcoólatra depressivo John McCollum de 19 anos a colocar uma arma em sua cabeça e puxar o gatilho:

"Toda aquela parte dos anos 80 foi uma porra de um período maluco. Mas para mim é óbvio que o primeiro cara que se matou foi um porra de um frutinha. Eu tentei falar pra eles que consumia todo o meu tempo pra fazer as letras da maneira correta".

Sobre seus dois primeiros álbums solo, "Blizzard of Ozz" e "Diary Of A Madman", que foram relançados mês passado como edições expandidas de trigésimo aniversário:

"Sabe, quando eu escuto esses dois discos agora eu escuto uma vibe real. Rock não foi feito para ser perfeito. Randy amava escutar seus dedos deslizando pra cima e pra baixo nas cordas. Hoje em dia todo mundo passa ferro na porra do ar, tudo só tem a ver com tecnologia."

Leia a entrevista completa no Guardian.co.uk.

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Sobre André Garotti

André Garotti nasceu e reside em Brasília e é formado como Jornalista, Professor de Inglês e Técnico em Audio Digital pelo CAM (Curso de Audio & Música) do DF. Trabalha como guitarrista, produtor musical e técnico de som com todos os estilos de música, mas tem um amor infinito pelo rock e pelo metal desde a infância, sem compromissos ou preconceitos com nenhum tipo de banda dentro desses estilos.

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