Girls Girls Girls: 25 anos do clássico do Mötley Crüe
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 16 de maio de 2012
Por Mary Ouellette, traduzido por Nacho Belgrande
Os anos 80 foram uma época igualmente decadente e perigosa para o MÖTLEY CRÜE. Mas quando a banda emergiu em 15 de maio de 1987 com ‘Girls Girls Girls’, algo estava diferente.
Mandando na notória Sunset Strip, o grupo subiu à fama após lançar ‘Too Fast For Love’ em 1981, ‘Shout At The Devil’ em 1983, e ‘Theatre of Pain’ em 1985 – todos dentro de um período de quatro anos. Mas com ‘Girls’ veio uma transformação completa: Vince Neil, Tommy Lee, Mick Mars e Nikki Sixx trocaram a lycra e a maquilagem por couro e motocicletas, abrindo uma nova era para a banda enquanto lançavam seu quarto disco de estúdio em 1987.
O disco é uma crônica de um período negro da carreira da banda, afundada em abuso de drogas, álcool e devassidão generalizados, além de suas vidas pessoais desregradas vividas no submundo de Los Angeles – submundo esse que eles ajudaram a moldar pessoalmente. O álbum marca uma era na qual a banda estava lutando para não se separar e sobreviver, além de esforço para fazer o melhor disco possível – no final das contas, eles conseguiram tudo isso.
O disco começa com o hino ‘Wild Side’, preparando o terreno pro resto do disco. ‘Wild Side’, possivelmente a melhor faixa do disco, tornou-se desde então presença obrigatória nos shows da banda. Enquanto a mordida da faixa não se sustenta ao longo de todo o álbum, ela definitivamente fornece material para a banda elaborar no futuro e provou ser um momento de brilho em ‘Girls Girls Girls’.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A faixa-título do álbum – ainda parte da playlist de todas as casas de strip de ponta a ponta nos EUA mais de duas décadas depois – é sacana, sleazy e Crüe no osso. Composta durante um tempo quando vídeos de música eram não somente relevantes, mas geralmente exigidos, o vídeo ousado para a faixa deixou uma impressão marcante. Mostrava os quatros membros andando em suas Harleys, cabelo ao vento, de puteiro em puteiro, homenageando as damas.
Tal como Nikki Sixx recapitulou em seu livro, ‘The Heroin Diaries: A Year in the Life of a Shattered Rock Star’, ele estava até o joelho no vício em heroína nessa época, algo que inspirou a faixa ‘Dancing On Glass’. Foi nesse espaço de tempo, depois de ‘Girls Girls Girls’ ter sido lançado que Sixx meteu o pé na jaca e sofre uma overdose, uma das muitas que o vitimariam ao longo de sua luta contra a drogadição.
Sixx foi declarado morto pelos paramédicos e revivido no hospital. Não demorou muito até que Sixx deixasse o hospital contra ordens médicas, fosse pra casa e começasse o círculo vicioso de nodo. Anos depois, Sixx referiu-se à banda nesse tempo como ’uma zona’ e ‘fora de controle’.
O terceiro e derradeiro single ‘You’re All I Need’ era a balada obrigatória daquele tempo. Apesar de ser uma canção melosa com uma bela melodia de piano, o conteúdo da letra não era tão doce… ou esperado. A polêmica faixa relata um conto de amor que deu errado onde um namorado mata sua namorada pra que ela nunca o deixasse.
Os versos "You’re all I need, make you only mine / I loved you so I set you free / I had to take your life" não são exatamente românticos, mas Sixx sempre fez as coisas a seu modo e nessa canção não foi diferente. O vídeo seria eventualmente banido da MTV, a principal vitrine daquele tempo pré-internet. (...)
Matéria Completa:
http://playadelnacho.wordpress.com/2012/05/16/girls-girls-girls-25-anos-do-classico-do-motley-crue/
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