Sammy Hagar: "Até onde eu sei, Eddie me deve desculpas"

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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No dia 2 de junho, o lendário roqueiro Sammy Hagar (VAN HALEN, CHICKENFOOT) foi entrevistado pela "rainha da imprensa do rock and roll", Sally Steele , fundadora e CEO da revista Vegas Rocks! em Las Vegas, Nevada. Veja abaixo a conversa.

Falando sobre sua relação com os membros do VAN HALEN:

Sammy: "Eu me daria bem com o Alex [Van Halen, bateria]. Eu me dei incrivelmente bem uma vez com o Eddie [Van Halen, guitar]. Obviamente o Mike [Anthony, ex-baixista do VAN HALEN bassist que atualmente toca com o Sammy no CHICKENFOOT] e eu somos os amigos mais queridos desse planeta. Mas o Ed e eu... ele se virou contra mim. Eu nem quero adentrar nesse assunto. Está no livro. Eu falei. Foi um final horrível, horrível para uma linda, linda história. E eu ainda estou desapontado por eles não terem procurado ficar amigos – especialmente o Alex, porque o Alex e eu não tínhamos problema nenhum. Mas, é claro, ele vai ficar do lado do irmão dele, e eu entendo isso. Eu não posso gostar de uma pessoa, mas eu posso gostar de um amigo dessa pessoa, e vice versa. Mas pra mim não importa na realidade. O CHICKENFOOT pareceu ser a coisa certa desde o dia em que o fizemos, e parece tanto com o VAN HALEN no início, quando eu estava na banda, no começo. Uma coisa eu te digo: Joe Satriani [guitarra], Mike e Chad [Smith, bateria] e Kenny [Aronoff, baterista provisório] — todos eles — eles satisfazem a necessidade musical que eu tenho. Eu não anseio nenhuma reunião, eu não anseio nenhuma outra banda, eu estou completamente apaixonado pelo CHICKENFOOT. Não fosse por isso, eu estaria arrasado com essa situação do VAN HALEN. Por causa disso, não me incomoda nem um pouco."

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Falando se ele se imagina acertando as coisas com o Eddie:

Sammy: "Não vejo por que não poderiamos e não vejo por que não deveriamos. Mas eu não sei. Não é minha meta. Eu não estou aí gastando minha energia com isso. Até onde eu sei, ele me deve desculpas. Até onde eu sei, se ele quer que sejamos amigos, ele deveria vir até mim, porque o que aconteceu naquela reunião em 2004 foi uma das coisas mais infelizes, traiçoeiras e obscuras em que já estive envolvido em toda minha vida e eu jamais passaria por aquilo novamente com ninguém ou por nenhuma quantia em dinheiro ou por nenhuma porção de fama e fortuna nem nada. Então até que ele chegue e diga, 'Cara ,eu lamento. Eu fui um cuzão. Eu estava errado. Eu quero que sejamos amigos de novo'. Eu estaria lá num segundo – tudo perdoado, bem assim. Mas eu procura-lo seria burrice. Ele provavelmente diria, 'Sim, o que?! Você quer voltar para a banda. Ei, vá te fuder, amigão'. É isso o que provavelmente aconteceria. E eu não estou interessado nisso tudo. E tem mais, eu não quero voltar praquela banda. Eu amo o CHICKENFOOT... Amo onde estou agora. Estou num lugar perfeito. Eu não poderia querer mais nada na vida – fama, fortuna, amor, meus filhos, minha família, meus amigos... Eu disse isso na noite passada, eu sou o cara mais sortudo do mundo. O cara mais sortudo do rock, com toda certeza. Exceto o Michael Anthony. [risos]"

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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