Led: tem quem ame Peart ou Moon, mas Bonham é amado por todos

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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A edição de janeiro de 2013 da revista DRUM! foi dedicada ao legado de John Bonhan, e inclui 12 bateristas, de Mike Portnoy a Jason Bonham, discutindo como John influenciou em suas próprias baterias, e tocando suas batidas favoritas durante o anual Bonzo Tribute. O evento aconteceu na House Of Blues, em Hollywood, na Califórnia.

A história da capa é contada pelos bateristas em suas próprias palavras em um formato bem inovador, contendo vários pensamentos sobre seu legado, transcrições dos clássicos de Bonham e outras histórias únicas. Como dizem as notas do autor Dave Constantin na página 30? “Quando quase uma dúzia de bateristas profissionais se reúne em Hollywood para honrar John Bonham no seu póstumo aniversário de 64 anos, o inegável poder de seu legado é mais uma vez reconfirmado.”

Para o poderoso baterista Gregg Bissonete (DAVID LEE ROTH e outros), a influência de Bonham está em seus pés. Ele discute a técnica de Bonzo com os pés como parte integral de sua carreira e citou “Good Times, Bad Times” como um bom exemplo. Ele enfatiza: “O que era ótimo sobre o modo que Bonham tocava esta música em particular é que ele a mantinha bem firme. Você pode checar o tempo e era um sólido número um.”

Jason Bonham teve uma vantagem sobre outros bateristas em termos de aprender a “Batida Bonzo” ao olhar seu pai. Jason, como outros bateristas, fala com grande respeito sobre seu progenitor e enfatiza como aprendeu as faixas clássicas de sua maneira, ao invés de usar a abordagem de seu pai. Um bom exemplo é que Jason usa um pedal duplo enquanto toca com o ZEPPELIN.

Mark Schulman, baterista para o PINK ofereceu uma diferente perspective ao legado de Bonham. Ele diz: “Eu acho que quando escuto suas músicas eu percebo o quanto ele se movia.” Schulman ainda atribui este elemento da técnica de Bonham à influência de Buddy Rich.

Curiosamente o bem respeitado baterista Mike Portnoy resume Bonzo em dois pontos: sua batida e sua atitude: “Ele (Bonham) tocava com muita confiança, e seu ritmo era impecável.” Portnoy também discute o ritmo de Bonham em “Dazed and Confused”. O músico ainda traz uma qualidade em Bonzo não discutida pelos outros bateristas: “Ele é o baterista de rock mais universalmente amado. Tem pessoas que amam Peart. Tem pessoas que amam Keith Moon, mas Bonham... Todos amam Bonham.”

A edição de janeiro da DRUM!, especial sobre Bonham, está disponível em bancas ao redor do mundo.

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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