AIC 23: Sean Kinney e Jerry Cantrell falam sobre o documentário

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Por Alvaro Augsten, Fonte: Alice in Chains Brasil
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Veja o EPK [vídeo promocional] do The Devil Put Dinosaurs:

http://migre.me/eEY1a

Sean Kinney: Essa é provavelmente uma das melhores ferramentas de marketing de todos os tempos. E por ferramenta, quero dizer que nós é que viramos essas ferramentas. Mas foi divertido. Minha própria mãe, acredite ou não, não percebeu que éramos nós os personagens, ela me disse: "Filho, vi aquele vídeo que vocês fizeram, mas onde vocês acharam aqueles caras?" e eu disse: "Tá de brincadeira, né mãe?"

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Jerry Cantrell: Acho que todos se divertiram fazendo seus personagens. Foi um trabalho legal. Foi o que surgiu de 5 ou 6 reuniões onde nos perguntávamos "Que merda vamos fazer [pra divulgar o novo álbum]?" e todos começaram a pensar e sugerir alguma coisa, criamos nossos personagens e uma vaga idéia do que queríamos. Foi a mesma coisa com o [The] NONA Tapes [O mini-documentário lançado em 1995 para a divulgação do álbum Tripod]. Tudo improviso. Você tem uma boa idéia e simplesmente segue em frente.

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Foi o mesmo dessa vez. Dividimos os personagens, mudamos algumas coisas no começo, e então decidimos o que cada um deveria fazer. Chamamos o Peter [Fletcher], que é um cara muito criativo, e o Earl, meu camarada Earl Brown, que é um grande ator, e também ajudou muito nas nossas discussões. Foi uma coisa muito divertida de fazer... e também tem o cara da p***a da maquiagem, UAU!

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É aquela coisa... as pessoas sempre nos dizem "Sua música é tão sombria e vocês são tão depressivos", mas simplesmente não somos. Isso é só um escape e um reflexo da realidade da vida, mas geralmente somos caras muito felizes.

Você tem que ter um grande senso de humor para viver a vida. Quanto mais forte ele for, melhor a vida é. E a gente gosta de se divertir, como da última vez [em 2009, na divulgação do álbum "Black Gives Way To Blue"] onde nos maquiamos como o Kiss pra ir à lavanderia e tudo mais. É um jeito legal de falar sobre alguma coisa difícil, e ao mesmo tempo tirar sarro de nós mesmos. É preciso ter um senso de humor não só sobre o mundo, mas de você mesmo.

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Imagem mostrando a comparação:

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