Alice In Chains: Staley conseguiu vaga cantando Mötley Crüe

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Por Nacho Belgrande, Fonte: Playa Del Nacho
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Em 1984, o ALICE IN CHAINS ainda não existia, mas a procura de outra banda pelo vocalista certo começou a moldar naquele ano a banda mais forte e variada da cena grunge que despontaria no começo dos anos 90. O lugar dos testes era a casa dos pais de JAMES BERGSTROM, o baterista de uma banda chamada SLEZE, que ensaiava no porão. Eram todos jovens – ainda no começo do ensino médio e ainda aprendendo a tocar seus instrumentos e tocar covers. LAYNE STALEY eventualmente apareceria. Antes de tocarem juntos, os membros da banda notaram sua alta estatura, e seus trejeitos suaves, e ele estava vestido para desempenhar o papel de músico de rock, com nomes como ‘Ozzy’ e ‘Mötley Crüe’ escritos em suas calças com alvejante.

Layne era baterista, mas sempre dizia que queria passar para a posição de frontman, o que levou seu irmão a indicá-lo para o Sleze.

“Ele veio até nosso local de ensaio e era muito tímido, muito tímido”, lembra o guitarrista Johnny Bacolas. ”E tal como esperávamos, pensamos, ‘Aí sim! É assim que um vocalista deve parecer!’”

Depois das apresentações iniciais, o grupo começou a tocar. Bergstrom, os guitarristas Johnny Bacolas e Ed Semanate, e o baixista Byron Hansen todos tem certeza absoluta que a primeira música que eles tocaram com Layne foi um cover de “Looks That Kill”, do Mötley Crüe. Eles de cara souberam que estavam no caminho certo.

O ALICE IN CHAINS – egresso do SLEZE – seria formado oficialmente em 1987.

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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