O Rappa: Falcão fala sobre Chorão, Yuka e o disco novo
Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
Fonte: G1
Postado em 15 de maio de 2013
Em entrevista publicada hoje no G1 Música, que faz parte do portal de notícias da Rede Globo de Televisão, o vocalista Marcelo Falcão da banda O RAPPA falou, entre outros assuntos, sobre o falecido vocalista do CHARLIE BROWN JR, Chorão, sobre o ex-baterista da banda, Marcelo Yuka e sobre o próximo disco, ainda sem nome definido, do RAPPA. Alguns trechos da entrevista você confere abaixo:
G1 - Porque "Anjos" tem sete minutos? Fizeram versão menor para o rádio?
Marcelo Falcão - Existe uma versão para rádio, mas na real ela já foi feita longa. No disco vai estar longo. O solo no final, as viagens, foi uma ‘vibe’ muito boa. Também enviamos a original, e que a rádio decida. Uma emissora já falou que ia tocar a de sete minutos. A gente até imagina que possa tocar inteira, como "Diário de um detento" [dos RACIONAIS MCs], "Faroeste caboclo" [da LEGIÃO URBANA]. Talvez comecem agora com a de quatro minutos, e mais na frente toquem a de sete.
G1 - Vocês fizeram homenagem ao Chorão em shows. A morte dele te abalou ou te inspirou para escrever algo desse disco?
Marcelo Falcão - Eu já tinha a maioria das coisas para o disco quando ele morreu. Mas de seis, sete anos para cá, estávamos muito amigos. Uma semana e meia antes de morrer ele me ligou. Eu fiquei chateado, queria poder ter feito alguma coisa, mas pelo telefone não dá para perceber. Tenho conversado com o Champignon, lembramos como eu era um exemplo de trabalho para o Chorão. Eu botei pilha para o Chorão chamar ele e os outros de volta para a banda. E eu fiquei muito orgulhoso disso. Ele tocou algumas coisas com o LOUCOMOTIVOS, meu projeto paralelo, felizão da vida. Era um cara divertido, engraçado. E contar história triste do Chorão não vai rolar, comigo ele sempre foi uma pessoa maneira. Falar mal do cara não rola.
G1 - Tentou retomar o contato com o Marcelo Yuka?
Marcelo Falcão - O que posso falar é essa frase: quem está aqui nunca pensou em nada que não fosse música. Não queremos levantar bandeira de projeto. Durante muitos anos, até hoje, tem pessoas que ficam se fazendo de coitadas. O Yuka até hoje ganha um pedaço da grana d’O RAPPA e ainda fica falando mal da gente. As pessoas que mais o ajudaram fomos nós quatro. Mas a gente desiste das pessoas, de quem não tem fé. É impossível ajudar que não quer ser ajudado. As músicas [do RAPPA] foram todas eu ele [Yuka] que fizemos juntos. Até hoje quero ouvir sucesso novo do Yuka. Acho injusto o que ele fala. A galera aqui cansou. O Yuka é padrinho da filha do Xandão, e não visitou mais a menina. Eu até hoje gosto dele. Mas penso igual à banda.
A entrevista completa você confere no G1 Música.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
Morre Clarence Carter, intérprete de música que virou hit em tradução do Titãs
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
A música sobre John Lennon que Paul McCartney ainda acha difícil cantar ao vivo
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
O disco do Metallica que transformou Lars Ulrich em inimigo eterno
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
As duas bandas de metal que James Hetfield não suporta: "Meio cartunesco"
O álbum do Pink Floyd que Roger Waters achava que só ele poderia conduzir
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
Membros do Angra e Korn jogam tênis na casa de Ronaldo Fenômeno: "Quão doido é isso?"
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts
Os dois melhores álbuns dos anos 1970, segundo David Gilmour

A banda brasileira que levou 4 mil pessoas a show na Austrália: "Cara, olha o que fiz"
Marcos Lobato, do Rappa, comenta sobre a paixão por voar e acidente de Herbert Vianna


