Alice In Chains: o processo de adaptação de William DuVall

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Por Nathália Plá, Fonte: classicrockmagazine.com, Tradução
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O frontman do Alice In Chains, William DuVall, afirma que ele ainda "está se adaptando" à banda, mesmo ele estando nela há sete anos.

Ele entrou em 2006 após a morte de Layne Staley ocorrida quatro anos antes, e teve sua primeira participação em estúdio em 2009, no álbum Black Gives Way To Blue. Seu segundo álbum com a banda, The Devil Put Dinosaurs Here, sairá no dia 27 de maio.

DuVall disse ao GuitarPlayer.com: "Eu diria que ainda estamos nos adaptando – é um trabalho constante. Temos muita coisa em comum, mas também há muita coisa que nos afasta uns dos outros".

Ele descreve seu papel como "tudo, desde a composição de riffs, fazendo contrapontos com o Jerry Cantrell, repetindo o que ele fez, até tocar os solos. É realmente tudo o que se pode esperar de uma banda com duas guitarras".

Sob a influência dele, o AIC tornou-se uma banda que faz mais jam do que antes. "Ouvi dizer que eles não faziam muito isso antes – mas isso é por causa das minhas origens", ele diz. "Nos ensaios, eu começo com uma coisa e vejo no que vai dar. É uma forma diferente de interação, o que é legal".

Além disso, as habilidades de DuVall com a guitarra abriram mais possibilidades para os shows, segundo ele acredita. "Não só podemos reproduzir elementos dos álbuns anteriores com mais precisão como também podemos compor de uma forma que permita uma performance com duas guitarras no palco".

"Se o Jerry compõe algo que tenha cinco ou seis trechos, ao invés de apenas um, podemos pegar pelo menos dois e acrescentar a parte mais importante de outro trecho. Muitas músicas nós realmente tocamos de forma muito parecida, senão idêntica, ao que está no disco".

Enquanto isso, a mãe de Staley, Nancy McCallum, ajuizou um processo contra a banda alegando ser credora de 16% da renda deles e que eles teriam tentado cortar os pagamentos dela.

Seu advogado argumenta que, durante o tempo em que o AIC esteve parado, foi o trabalho dela que manteve o legado da banda vivo. O representante da banda afirma que ela tentou registrar o nome deles ilegalmente, e que ele recebeu mais do que deveria.

Eles afirmam que não estão cortando as verbas de direitos autorais dos herdeiros de Staley e que quando liquidaram a participação do falecido vocalista esta foi avaliada em 341.000 dólares – apesar de terem pago a McCallum 705.000 dólares desde a morte dele.




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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