Avenged Sevenfold: M Shadows descreve três faixas de disco

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Por Wesley Carlos, Fonte: A7X:BR, Tradução
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Matéria de 14/07/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

M Shadows falou com a revista Kerrang! sobre o sexto álbum de estúdio da banda, “Hail to the King”, que será lançado no dia 27 de Agosto. Confira a tradução:

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Perguntado de como “Hail to the King” é diferente dos álbuns anteriores, Shadows disse: “Para as últimas gravações, as pessoas tem perguntado o que nós tinhamos ouvido – e são sempre as mesmas coisas, e não mudou. Sempre foi Pantera, Metallica, Megadeth e AC/DC. Nós sentimos que o metal decaiu depois dos anos 90 em termos de produção e composição. O metal não é mais de primeira linha, como costumava ser.”

Ele continua: “Nós resolvemos escrever um álbum que fosse altamente influenciado por gravações do começo dos anos 90 e da metade dos anos 80, que crescemos ouvindo. Então fomos mais pra trás ainda e nos influenciamos em Black Sabbath e Led Zeppelin. Nós estudamos essas gravações, olhamos o que eles fizeram e como eles fizeram. Várias delas vieram do blues, então estudamos blues e música clássica. Só queríamos gravar um álbum que fosse diferente.”

Sobre o sentimento de gravar um álbum completo pela primeira vez sem o Jimmy, Shadows disse: “Quando nós começamos como banda, The Rev não escrevia muito. Até ‘City of Evil’ [2005] e o [autointitulado de 2007] álbum branco, ele não escrevia muito além das partes de bateria. Então nós meio que voltamos para antes disso. Apesar de que definitivamente não gostei muito disso. [No passado], nós chegamos a um ponto após ter escrito seis ou sete músicas e nos sentíamos completamente esgotados. E é aí que ele sempre vinha com umas três ou quatro ótimas músicas, que se encaixavam muito bem no álbum. Ele trouxe uma influência diferente; sempre teve a cabeça toda no metal, e sempre podia escrever em qualquer estilo que você quisesse. Então quando chegamos a seis ou sete músicas para este álbum, nós realmente sentimos a falta dele. Eu realmente desejava que o Jimmy estivesse lá para terminar o álbum. Mas esse não foi o caso, então nós tivemos que usar todo o nosso tempo.”

Shadows também falou sobre como Arin se estabeleceu na banda: “Ele matou neste álbum! Fez tudo o que nós precisamos que ele fizesse. Nós não fomos lá e montamos as batidas pra ele, ou usamos o Pro Tools pra acertar tudo. Ele simplesmente detonou. Ele sabia o que precisava fazer, trabalhou muito na pré-produção e mentalmente esteve no lugar que precisava estar.”

Ele adicionou: “O álbum vai surpreender as pessoas, porque a bateria é completamente diferente do que qualquer coisa que já fizemos. Isto é, por causa de como a composição foi feita. Nós escrevemos músicas que precisavam deste tipo de bateria. Eu conversei com Arin e disse, ‘Veja, as pessoas virão até você por causa de como esse álbum soa. Eles vão pensar que você deveria tocar como o Jimmy e Mike.’ Mas se o The Rev estivesse conosco, é assim que ele teria tocado. Ele não exageraria, ele sentaria lá e tentaria deixá-lo mais poderoso possível, ao invés da técnica que fosse necessária. Eu perguntei para o Arin se ele estava de acordo com isso; perguntei se aceitaria toda aversão que iria receber. Ele disse que estava, e que queria fazer qualquer coisa que fosse melhor para nós e para as músicas.”

Perguntado do quão importante foi para a banda dar um tempo antes de começar a trabalhar no novo CD, Shadows disse: “Nós tivemos a chance de recarregar nossas baterias. Queríamos esperar até alguma inspiração vir até nós. Não queríamos entrar em estúdio tão cedo e lançar qualquer merda. Precisamos de tempo livre porque viajamos por muito tempo, e era hora de sentarmos e relaxarmos. Nós teríamos implodido se tivéssemos gravado um álbum logo depois do fim do ciclo de turnê. Não queremos lançar uma merda; não queremos de repente lançar um álbum terrível por fazer na pressa.”

Ele adicionou: “Nós literalmente relaxamos por alguns meses. E então você se cansa, aí vai gravar porque você está cheio disso. Às vezes, jogado no sofá, você fica inquieto porque você percebe que não poderá fazer apenas aquilo pro resto da sua vida. Todos nós chegamos a esse ponto, então chegamos e fizemos o álbum.”

A seguir, Shadows descreveu três faixas do álbum:

SHEPHERD OF FIRE
“Esta é a primeira música. Apenas ouvindo, você tem a impressão de que foi levado para o inferno. Dos riffs, para os sinos tocando, os trompetes, a batida, parece que você está sendo puxado pra baixo. É bem como Sympathy For The Devil, dos Rolling Stones, tem um demônio falando com você. Ele não é só sobre fogo e enxofre; ele está te levando e te dizendo que pode fazer sua vida melhor do que o cara de cima. Tem uma vibe de tentação, com um caos puro por trás disso.”

REQUIEM
“Nós quisemos fazer um requiem do mal ao invés de todos aqueles, ‘Oh Senhor, me salve.’ Esta é sobre senhor das trevas vir para te salvar e te ressuscitar para o inferno. É louca, uma música doida com orquestras, violinos e todo tipo de loucura. Então tem outras experiências no álbum – eu peguei coisas que acontecem no nosso Johnny’s Bar, e eu explorei na proporção de fazer uma música disso.”

PLANETS
“Essa música é intergalática do tipo Darth Vader – é como uma Marcha Imperial com trompetes e um ataque de metal puro. Tem também outra música chamada ‘Acid Rain’, que segue após ‘Planets’. É a história de amor do que acontece após os planetas se chocarem e você é jogado no espaço com seu amor até morrer. Então tem muitas histórias sombrias e doidas que estão em por todo lugar, mas que são definitivamente muito metal.”

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Sobre Wesley Carlos

Fotógrafo e Produtor de Vídeo. Nasceu ouvindo Kiss e é fascinado pelo quarteto mascarado. Ouviu muito Hard Rock até o início dos anos 2000, quando conheceu o Linkin Park. O fanatismo é tão grande que se tornou membro do site oficial da banda no Brasil, o LinkinPark:br. De lá pra cá aprendeu a ouvir outros estilos de rock, como Avenged Sevenfold, Evanescence, System Of A Down, Slipknot, Stone Sour e outras, mas é claro, não deixando de lado suas raízes.

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