Mike Mangini: fãs felizes de ouvir o que estão acostumados

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Howard Whitman do TechnologyTell.com recentemente conduziu uma entrevista com o baterista Mike Mangini, dos gigantes do metal progressivo, DREAM THEATER. Alguns trechos estão disponíveis abaixo.

Quando você participou da audição, que todos assistimos on-line, e quando saiu o DVD com o álbum "A Dramatic Turn Of Events" você parecia muito confiante, você tinha um bom pressentimento sobre isso?

Mangini: "Eu tinha o melhor pressentimento do mundo. E eu pesquisei sobre essas situações, garantindo que eu estivesse pronto para o que acontecesse na audição, quais seriam as possibilidades, boas ou más, enumerei todas em um pedaço de papel e literalmente usei minha imaginação para passar por cada situação possível, e por causa disso, senti-me confiante de que estava pronto para qualquer coisa."

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Como você se sente, em retrospecto, desde que este é o fechamento desta fase com o DREAM THEATER, e você está partindo para a próxima fase, com o novo álbum e nova turnê?

Mangini: "Teve um grande efeito em mim, foi muito emocional, porque quanto mais eu tentava pensar sobre minha capacidade de fazer justiça à bateria, eu não podia evitar ser carregado pelo quão bem todos me tratavam com suas palavras - eu falo de todos na banda, na equipe - e o quão pacientes foram comigo, como realmente vi que todos me deixaram ter meus altos e baixos e crescer com isso. Fiquei impressionado com o quão bom todos foram."

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Na abordagem de algumas músicas de antes de você estar na banda, você traz seu próprio estilo ao invés de tentar emular o que foi feito antes?

Mangini: "Sim, eu fiz mudanças onde eu achava uma forma de refletir as partes antigas de bateria, mas de uma forma que eu ainda possa, por assim dizer, tocar um meio a meio, o que me permite mudar o som dos pratos quando eu mudo as assinaturas de tempo. Isso adiciona um efeito legal, e estou também tornando algumas linhas mais diretas que nas versões do álbum, escolhendo as peças que vou bater, significando que vou igualar a frequência em que o riff está sendo tocado. E ao invés de encher com uma bateria padrão, gosto de tocar melodicamente o que está sendo tocado pelos outros. Estou definitivamente partindo para cima desta vez e fazendo minha própria música."

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Parece que os fãs realmente lhe aceitaram na banda e todas as diferentes coisas que você trouxe também, ao invés de ser uma recriação do que era feito antes.

Mangini: "Exato. Em certo momento, se eu tocar muito certinho pode ser meio bizarro, entende o que quero dizer? Mas eu quero elevar a grandeza destas partes de bateria. Eu quero que os fãs fiquem felizes de ouvir o que estão acostumados. E eu gostaria também de colocar o meu próprio toque, para sentir que estou me expressando e talvez fazer parte da excitação dos fãs e da banda."

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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