Iron Maiden: algumas curiosidades sobre a banda

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Por Danilo F. Nascimento, Fonte: Yesironmaiden
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Segue abaixo algumas curiosidades sobre a banda Iron Maiden.

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1- Tudo começou em 1971, quando um garoto inglês, chamado Steve Harris , comprou uma Copy Fender Telecaster, por 40 libras e decidiu trocar o futebol por um de seus maiores sonhos, o de ser um astro do rock. Com sua guitarra em mãos, começou a estudar por conta própria e a compor suas primeiras canções, e em 72 Harris trocou a guitarra pelo contra-baixo.

2- Existiu uma banda chamada Iron Maiden antes do Iron Maiden. Surgida em Essex, na Inglaterra, a banda durou apenas oito anos de 64 a 72.

3- O nome da banda, Iron Maiden, foi inspirado em um instrumento de tortura medieval que aparece no filme "O Homem da Máscara de Ferro". Esse também era o apelido da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, que aparece nas capas dos compactos "Women in Uniform" e "Sanctuary".

4- Em 1992 a banda Iron Maiden foi proibida de tocar no Chile. A Igreja Católica pediu ao governo providências contra a apresentação da banda e foi atendida.

5- O termo NWOBHM (New Wave Of British Heavy Metal) foi criado pelo jornalista Geoff Barton numa matéria sobre o Iron Maiden escrita para a revista 'Sounds' em 1979. Mais tarde Geoff fundaria a Kerrang!, revista considerada hoje uma verdadeira bíblia do Heavy Metal.

6- Steve Harris antes de fundar o Iron Maiden havia tocado em bandas como: Influence, Gipsy Kiss e em 1975 foi para o SMILER ficando seis meses; cansado da inconstância musical Steve saía para montar a banda que seria a mais famosa de todos os tempos, a Donzela de Ferro, ou Iron Maiden, cujo nome veio da inspiração do filme O Homem da Máscara de Ferro.

7- Um fã da banda entrou em coma após cair e bater a cabeça no chão durante uma apresentação em 1989. Seis meses depois despertou enquanto ouvia um tape-deck, justamente uma fita do Iron Maiden!

8- Quando "The Number Of The Beast" atingiu o topo da parada britânica, os integrantes do Iron Maiden declararam à imprensa que diversas coisas estranhas aconteceram durante as gravações, tais como amplificadores que se recusavam a funcionar sem razão aparente e fitas que se apagavam ou onde surgiam vozes esquisitas. Porém, talvez a melhor das histórias tenha sido a que logo após a gravação da faixa título o produtor do álbum, o lendário Martin Birch, sofrera um pequeno acidente de carro, cujo conserto teria custado exatas 666 libras esterlinas.

9- Sentindo que precisavam divulgar seu trabalho, os então integrantes do Iron Maiden (Steve Harris, Dave Murray, Doug Sampson e Paul Di'Anno) juntaram 200 libras e se dirigiram ao Spacewood Studios em Cambridge, na antevéspera do ano novo de 1979, onde gravaram quatro músicas: "Prowler", "Invasion", "Strange World" e "Iron Maiden". Porém, o dinheiro era insuficiente para pagar a fita master, e a única coisa que conseguiram foram cópias só fitas cassete sem edição e sem mixagem.

10- Entretanto, uma destas cópias foi parar na mão de Neal Kay, proprietário do Bandwagen Soundhouse, pub do Kingsburry Circle, na parte noroeste de Londres. Quando este resolveu tocar a fita numa noite, o público veio abaixo, e logo o Iron foi convidado para se apresentar ao vivo no local, que até então não aceitava bandas desconhecidas!

11- Em outubro de 1979 a banda faz um "showcase" (show de demonstração para chamar a atenção das gravadoras, porém, como nenhuma se interessou, em novembro a banda um selo próprio, chamado "Rock Hard Records", e transformam a fita demo num disco independente. Os caras pegam as fitinhas K7 que tinham (já que o Spaceward Studios tinha apagado as fitas master) e copiam três músicas para o EPzinho ("Prowler" de um lado e "Iron Maiden" e "Invasion" do outro), intitulando-o "The Soundhouse Tapes" em homenagem ao pub. Foram prensadas apenas cinco mil cópias do disco, vendidas quase que imediatamente nos shows e via correio. Aí então a EMI se interessa, e a banda assina com a superpoderosa gravadora em 28 de dezembro, quase um mês após o lançamento do EP, que como nunca mais foi reeditado, é hoje em dia o item mais cobiçado (e pirateado) da banda.

12- A letra de "Stranger In A Strange Land", faixa do álbum "Somewhere In Time" fala sobre uma expedição que se perdeu no Pólo Norte, no qual Adrian Smith encontrou um dos sobreviventes, episódio este que inspirou a banda a escrever a música, cujo título é inspirado num livro escrito por Robert Heinlein - mas a música não têm nenhuma outra relação com o livro.

13- No disco Virtual XI no cantinho do LP há dois times de futebol em campo. E para surpresa os dois times são a Inglaterra e o Brasil, na ilustração mostra a Inglaterra no ataque. Questionado o guitarrista Janick Gers explica que esta é a única maneira de ver a seleção da Inglaterra atacando o Brasil.

14- Steve tinha sonhos de jogar pelo seu time querido West Ham e chegou a assinar com o time através de formulários de estudantes. Há referências ao West Ham na capa do álbum Somewhere in Time. O clube usa 'Up the Irons' como seu moto e é por isso que o Iron Maiden também o usa.

15- Até hoje a capa do The Number Of The Beast, desenhada por Derek Riggs e considerada a melhor lista como o mais vendido da história.

16- Uma das primeiras composições de Steve foi Burning Ambition, mais tarde viria a fazer parte do primeiro compacto do Iron pela gravadora EMI,chamado de Running Free.

17- Produzida pela NFL Comics: Iron Maiden em Quadrinhos (com 52 páginas), que traduz em ilustrações e balões as letras do álbum Seventh Son of a Seventh Son, de 1988. A publicação mostra a saga de um rapaz que é o sétimo filho de um sétimo filho da sua família. Diferente do que se possa imaginar, essa realidade faz com que o rapaz, que possui poderes especiais, seja o escolhido a trazer o bem para a humanidade, mas é vigiado por Lúcifer que deseja conquistá-lo para o lado negro desde que nasceu.

18- A aparência de Eddie foi criada por Derek Riggs, no single "Running Free", como um zumbi maligno e bem fino. Com o sucesso do personagem ele acabou sendo a capa do primeiro álbum da banda, Iron Maiden.

19- Bar Eddie é um bar dedicado à banda de heavy metal Iron Maiden. Adotou o seu nome a partir do mascote da banda, Eddie. Ele está localizado na vila de Santa Bárbara de Nexe, concelho de Faro sul de Portugal. O proprietário é o baixista Steve Harris. O bar é decorado com muitos itens da banda como peças exclusivas do Iron Maiden, algumas usadas em turnês como o sarcófago da World Tour 1984/85, um baixo usado por Steve Harris, pratos da bateria de Nicko McBrain autografados, álbuns, fotografias e cartazes. O bar abriu as portas em 1989 com Manu da Silva, roadie da banda, como gerente. Atualmente é gerido por Dave Sullivan e Terry Rance, antigos guitarristas do Iron Maiden e Jeff Daniels, roadie dos anos 70.

20- Quando se fala de Paul e Iron Maiden, é claro que lembramos do sempre polêmico e fanfarrão Paul Di’Anno. O vocalista que gravou os dois primeiros álbuns da banda, Iron Maiden e Killers, porém, não está sozinho quando o assunto é “vocalistas com nomes bíblicos à frente da Donzela”. Muita gente não sabe, mas o primeiro vocalista da banda não foi o Di’Anno, mas sim Paul Day (trocadilhos com este nome são permitidos nos comentários), que ficou com a banda entre 75 e 76. E não pense que acabou por aí. O vocalista atual da banda também é um Paul! Sim, Bruce Dickinson na verdade se chama Paul Bruce Dickinson! Por isso, na próxima vez que te perguntarem “quem é o seu vocalista preferido do Iron Maiden?”, pode dizer sem medo de errar: é o Paul! Até porque com certeza não é o Blaze, certo?

21- O número da besta esteve sempre presente na vida da Donzela desde o fatídico álbum The Number of the Beast, de 1982. A música, que deu nome ao álbum, surgiu em um sonho do baixista Steve Harris. Mas o número maldito parece ter ganhado proporções maiores na história da banda. Adrian Smith, em entrevista para o documentário Classic Albums: The Number of the Beast, conta que, numa viagem pelo Canadá com sua atual esposa, a garota, que na época não conhecia ainda a banda de seu futuro marido, quis ouvir um pouco do que seu namorado cabeludo andava aprontando. Adrian então não teve dúvidas e comprou o CD The Number of the Beast para ela escutar (tem forma melhor de conquistar uma garota?). Mais tarde, ao parar em um lugar e fazer algumas compras, Adrian sentiu algumas vibrações estranhas e ficou desconfiado de uma cartomante que estava no lugar. No fim, a surpresa: o valor de suas compras somou 66 dólares e 6 centavos! Você manteria suas calças limpas depois dessa? Além desta história, existem outras, uma delas envolvendo Blaze Bayley e seu acidente de moto, pouco tempo depois de entrar na banda. O vocalista, que substituiu Bruce Dickinson nos álbuns X Factor (1995) e Virtual XI (1998), sofreu um acidente que fez com que a turnê da banda tivesse que ser adiada e, quando aconteceu, limitou consideravelmente seu movimento no palco. Péssimo começo para quem precisava estar à altura do elétrico Bruce Dickinson. Sobre o acidente, alguns dizem que a quilometragem da moto de Bayley no momento do acidente era de 666 quilômetros. Outros que a conta do conserto foi de 666 libras, entre outras histórias. Coincidência? Forças obscuras? Jogadas de marketing para tentar transformar um vocalista medíocre em um ídolo? Por via das dúvidas, é melhor não subestimar o número do tinhoso.

22- Adrian Smith ou Adriano Ferreira (como queiram, rsrs), entrou na banda no álbum Killers, e deixou a Donzela após a turnê do álbum Seventh Son of a Seventh Son para seguir outros projetos. O disco seguinte, No Prayer for the Dying, de 1990, portanto, foi o primeiro com o novo guitarrista, Janick Gers. O que muita gente não sabe é que, mesmo estando fora da banda, Adrian tem créditos de compositor em uma música deste álbum. Trata-se da faixa oito, Hooks in You.

23- Bruce começou a aparecer no cenário do rock na banda inglesa Samson, que também fez parte do chamado NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal). Lá, ele tinha a ridícula curiosa alcunha de Bruce Bruce. Ao chegar ao Iron Maiden, o empresário da banda, Rod Smallwood, ordenou que Bruce largasse o apelido, e que lá seria chamado de Bruce Dickinson. Porém, não demorou muito para o vocalista ganhar outra alcunha idiota: Air Raid Siren (Sinal de Ataque Aéreo). Muitos dirão que ele ganhou este apelido por sua potência vocal, mas poucos sabem que, na verdade, o apelido veio de uma crítica em uma carta enviada a uma revista. O fã da banda estava criticando a escolha de Dickinson para o lugar de Di’Anno, reclamando que haviam colocado uma “sirene barulhenta” no lugar de seu antigo vocalista querido. O empresário Rod Smallwood gostou do apelido e rebatizou o novo integrante. No fim, acabou não pegando muito também e, graças a Odin, conhecemos o sujeito apenas pelo apelido muito mais família de Bruce Pinto-no-Filho (Dick in son) mesmo.

24- Nicko McBrain se tornou titular das baquetas do Maiden no álbum Piece of Mind, de 1983. Seu estilo logo agradou aos fãs da banda e ele se tornou muito querido, mesmo substituindo o também competente Clive Burr, que saíra por problemas de saúde. Mas o que nem todos sabem é que Nicko já estava com a banda antes de assumir as baquetas. Ele participou de turnês anteriores interpretando Eddie em algumas apresentações e, em outras, nada mais nada menos que o diabo! Na turnê do álbum The Number of the Beast, Nicko interpretava o diabo e, ao invés de carregar baquetas, levava um tridente, e devia se divertir muito com isso.

25- O querido mascote do Iron Maiden, Eddie, é figura garantida em todos os álbuns e shows da banda. O que muitos não sabem é a origem do nome do personagem, que ficou imortalizado nas capas dos discos, principalmente pelo desenhista Derek Riggs. No começo, Eddie era apenas uma cabeça sem nome que adornava os palcos da banda. Em determinada hora do show, ela soltava luzes, fumaça e uma gosma que caía sobre a cabeça do coitado do baterista. Não demorou muito para a cabeça ganhar seu nome, e tudo por causa de uma piada, a piada de Eddie, The Head. Você conhece? Se não, aí vai, com uma sugestão de trilha sonora para você ouvir enquanto lê. Um casal teve um filho com um problema: ele nasceu sem um corpo, e era apenas uma cabeça. Apesar do “defeito”, o menino Eddie conseguia viver normalmente e era amado pelos pais. Quando o menino ia completar 16 anos, os pais do garoto acharam um médico que disse que poderia dar um corpo a ele. Os pais, animados, foram contar a novidade para o pimpolho. Chegando lá, eles disseram, alegremente: “Filho, temos um ótimo presente pra você!”, no que o menino respondeu: “Ah, não, outro boné?!”

26- Steve Harris é o principal autor da banda, tendo escrito ou co-escrito aproximadamente 75% de todas as músicas.

27- Dave Murray escreve uma música a cada 3 anos, um processo que Bruce Dickinson descreveu ser semelhante a "tentar dar a luz a um elefante". As suas músicas são "Charlotte The Harlot", "The Prophecy", "Still Life", "Deja-Vu", "Public Enema Number One", "Fates Warning", "Chains Of Misery", "Judas Be My Guide" e "Twilight Zone".

28- O vídeo de "The Trooper" mostra uma carga de cavalaria de brigada que a BBC nunca mostrou sem cortes (mesmo que o filme de onde foi retirada, "Die With Your Boots On" tenha sido ironicamente transmitido às 7 da noite do dia em que a banda foi comunicada de que seu vídeo era muito sangrento para ser assistido pelos jovens).

29- Bruce é um esgrimista ávido, e leva uma coleção de floretes na estrada. Já foi capitão da equipe inglesa deste esporte e por pouco não participou de uma olimpíada.

30- Derek Riggs vive em Ashwell, Hertforshire - e aparentemente tem um pub movimentado por lá.

31- Todos os lado-b de Somewhere in Time foram tocados quase totalmente por Adrian Smith. Nicko fez a bateria e Bruce fez alguns vocais, mas todo o resto foi feito por Adrian.

32- Todos os fundos das vendas da biografia do Iron Maiden "Running Free" são doadas para campanhas anti-heroína, bem como as vendas de uma das edições do single "Running Free".

33- Em 1992 quando o Iron Maiden fez o primeiro show em São Paulo, um fã deu à Nicko McBrain (baterista) um berimbau. Não foi pouca a curiosidade do baterista, que tentava saber do que se tratava o objeto. A dificuldade em falar o nome daquilo também foi imensa: "Bat in ball"... Em 1996, quando o Iron Maiden retornou à São Paulo o mesmo fã ficou sabendo que o filho de McBrain havia destruído o instrumento.

34- Quando Bruce Dickinson, ex-vocalista do Iron Maiden, fumou seu primeiro baseado ele estava com Ian Gilian, vocalista do Deep Purple.

35- A banda têm diversas canções baseadas em lendas, livros, histórias e filmes, entre as quais The Phantom of the Opera, The Wicker Man, The Prisoner, Stranger in a Strange Land.

36- No Player For The Dying entrou direto no 2º lugar nos charts dos álbuns ingleses. Nada mal para uma banda que estava há quase dois anos sem tocar ao vivo. O álbum foi gravado no estúdio que Steve Harris construiu em sua casa, em Essex (o primeiro album do Iron Maiden inteiramante gravado na Inglaterra, desde The Number Of The Beast, de 82). Janick Gers sugeriu a regravação de "Bring Your Daunghter... To The Slaughter", que Bruce Dickinson havia escrito e gravado (solo) originalmente para trilha do filme A Nightmare On Elm Street: The Dream Child. Como todos acharam a música "um pouco AC/DC demais", Janick mudou seu andamento, alterou o refrão e o Iron Maiden a regravou, superando o original de Bruce Dickinson. Em Janeiro de 91, "Bring Your Daughter..." foi editada em disco simples, e foi rapidamente elevada ao topo das paradas inglesas (o primeiro compacto do Irom Maiden a chagar ao 1º lugar!) e lá permaneceu por três semanas.

37- Seventh Son of a Seventh Son foi o primeiro álbum conceitual do grupo. A arte da capa também foi mudada em relação aos álbuns anteriores, ficando mais estilizada, mais limpa. A execução do disco, chamada "Seventh Tour Of a Seventh Tour", também quebrou uma tradição por começar nos EUA e ser uma combinação de shows de arenas e festivais. Seventh Son saiu em abril de 1988 e chegou ao 1º lugar na Inglaterra. A execursão terminou em 12 de dezembro, com uma apresentação no Hammersmith Odeon, em Londres, palco de muitos shows memoráveis do Iron Maiden.

38- A música "Montsegur" do álbum "Dance of Death" fala sobre um castelo de mesmo nome localizado na França. Este castelo teria sido um dos Castelos cátaros, membros de uma seita considerada herege no século XIII. O Castelo de Montségur localiza-se na comuna de Montségur, no Departamento do Ariège, na região do Midi-Pyrénées, na França. Situa-se no topo da montanha, a 1.207 metros acima do nível do mar, em posição dominante sobre a vila.

39- Em 1992 a banda Iron Maiden foi proibida de tocar no Chile. A Igreja Católica pediu ao governo providências contra a apresentação da banda e foi atendida. Segundo a igreja a música “Bring Your Daughter To The Slaughter” incitava o assassinato e “The Number Of The Beast” incitava satanismo e assassinatos.

40- A letra de "Stranger In A Strange Land", faixa do "Somewhere In Time" do Iron Maiden, fala sobre uma expedição que se perdeu no Pólo Norte, da qual Adrian Smith encontrou um dos sobreviventes, episódio este que inspirou a banda a escrever a música, cujo título é inspirado num livro escrito por Robert Heinlein - mas a música não tem nenhuma outra relação com o livro.

41- A lendária casa de shows Marquee Club (Londres) abrigou em dezembro de 1985 uma apresentação histórica, seguramente a mais inusitada em toda a trajetória dos integrantes do Iron Maiden. A formação completa do grupo estava presente, mas Steve Harris, Bruce Dickinson e Dave Murray só subiram ao palco durante o bis. Antes disso, presenciaram a avassaladora performance de uma banda com três guitarristas, capitaneada por Adrian Smith e Nicko McBrain.

42- O inglês Gary Dobson entrou em coma após cair e bater com a cabeça no chão durante um show do Iron Maiden em 1989. Seis meses depois despertou enquanto rolava num tape-deck justamente uma fita da banda.

43- A trilha original dos cavaleiros do Zodíaco foi gravada pelo Iron Maiden.

44- Nicko McBrain já atropelou um manobrista no estacionamento de um show pois este não o reconheceu, e exigiu crachá.

Fontes:
http://www.letras.com.br/#!curiosidades/iron-maiden
http://www.delfos.jor.br/conteudos/index_interna.php?id=1710...

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Sobre Danilo F. Nascimento

Administrador por casualidade. Músico por instinto. Escritor por devaneio. Fascinado por música, literatura e cinema. Seu primeiro contato com o mundo do rock data de meados dos anos 90, uma época de transição entre o analógico e o digital, e, principalmente, uma época onde a MTV ainda era aprazível e relevante. Idolatra e cultua o legado instituído pela maior banda de todos os tempos, o Queen.

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