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A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge

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Postado em 31 de janeiro de 2026

Tem música que vira trilha sonora de uma geração antes mesmo da gente entender o que está cantando. Em vídeo no seu canal, Júlio Ettore escolhe exatamente esse caminho para contar a história de "Alive", clássico do Pearl Jam: "um dos grandes clássicos da banda… uma das músicas que ajudou a definir o rock dos anos 90", mas que "fala sobre um incesto". E não é metáfora: "isso mesmo, a mãe e o filho", diz, ressaltando que o significado ficou "escondido por meses" enquanto a faixa já ganhava vida própria nos shows e nas rádios.

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Foto: benhoudijk @ www.depositphotos.com
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"Alive" nasce de uma versão instrumental anterior, "Dollar Short", ligada ao fim da Mother Love Bone após a morte de Andrew Wood. A partir dali, Stone Gossard e Jeff Ament montam um novo projeto com Mike McCready e uma demo circula até cair nas mãos de Eddie Vedder, então morando em San Diego e trabalhando "no posto de gasolina" - e tocando de graça à noite num clube. O "empurrão" vem de Jack Irons, ex-baterista do Red Hot Chili Peppers, que colocou a fita no caminho de Vedder: "Ó, meu, você tá procurando uma banda de rock para cantar?… Dá uma escutada nessa fita".

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É aí que entra a imagem mais forte do relato: "essa letra veio do além, quer dizer, do oceano, porque ela apareceu quando Vedder estava surfando", diz Ettore. Ele crava a data e o momento ("no dia 13 de setembro de 90") e descreve o processo: Vedder volta para casa, grava por cima de uma fita que tinha "gravações de um cantor country americano" e manda o material pelo correio para Seattle.

O detalhe que vira pista central aparece no nome que ele dá ao pacote: "Ed deu a fita um nome: Mamasan… mãe, filho". Pouco depois, os músicos escutam e batem o martelo: "Velho, é esse cara aqui. Precisamos trazer ele pra banda". "Dollar Short virou Alive", resume o vídeo - e, com a música, a história pesada que muita gente cantou sem perceber.

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No roteiro de Ettore, o enredo completo só fica "bem mais explicado" quando Eddie Vedder resolve abrir o jogo no palco: "em 18 de junho de 1992, num show em Zurique, na Suíça, Vedder fez várias revelações sobre Alive". A primeira: a música seria parte de uma trilogia, uma "miniópera", com "Alive", "Once" e "Footsteps".

A segunda: a trama seria a de "um casal que tem um filho e que o pai morreu… o filho é a cara do pai… o filho cresce e se torna o pai", até o momento em que "uma mãe… tem uma relação com o próprio filho depois da morte do pai dele". Ettore ainda destaca o que viria depois na narrativa: em "Once", o personagem "vira um assassino por causa do trauma que ele viveu", e em "Footsteps" ele é "preso e condenado à morte". E faz questão de frisar um ponto óbvio, mas necessário: "calma, ele não teve um lance com a própria mãe" - a parte autobiográfica, segundo ele, seria a descoberta de Vedder, ainda adolescente, sobre o pai biológico.

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A ironia, para Ettore, é que "Alive" virou gigante sem que o público entendesse esse pano de fundo - e talvez por isso mesmo. "Ninguém dava muito por essa faixa, tá? Nem a gravadora e nem a própria banda", ele afirma, antes de descrever a virada: no palco, a canção "era uma catarse", entrou entre as mais tocadas no rádio de rock dos EUA em 1991 e abriu caminho para "Even Flow" e "Jeremy". O refrão ("I'm still alive") também muda de sentido: Ettore diz que, com o tempo, Vedder teria visto a frase deixar de soar como "maldição" para virar outra coisa "na boca dos fãs" - e "aquilo para ele foi libertador".

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
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