Agressive: meia década de agressividade

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Leonardo M. Brauna, Fonte: Rock-CE
Enviar correções  |  Ver Acessos

A ascensão de bandas de Metal no Nordeste cresce de forma vertiginosa. A região, observando comentários de artistas de várias partes do país, é a que concentra maior número de fãs aglomerados da cena local que valoriza a prata da casa no que diz respeito as suas cidades, e bandas de outras regiões que visitam suas terras aquecidas.

Metallica: os motivos da saída de Jason NewstedRob Halford: explicando por que chutou o celular do fã durante o show

Um importante pólo está no Ceará, estado que abriga o bom humor, praias paradisíacas e boa hospitalidade de sua gente. Além disso, a sua capital Fortaleza e região metropolitana compõem o núcleo do Metal naquele lado do litoral brasileiro. Uma das ascendentes é a banda AGRESSIVE que está completando cinco anos de atividade gerando 'mosh' em qualquer ambiente que possam tocar, e está sendo uma grande representação do Thrash Metal cearense.

Através do Blog Rock-CE eu pude conversar com o vocalista DIEGO BARBOSA que contou como a banda se situa nesse turbilhão do cenário underground e como também pretende seguir em frente com sua música. Veja trechos da conversa:

Foto: Gandhi Guimarães

Rock-CE: No início a banda comentava que seu surgimento se deu como resposta ao crescimento do 'Emocore' em sua região, movimento este que chama mais a atenção de adolescentes. Como estão os propósitos da banda hoje, já que vocês entraram para a maioridade há algum tempo e, com certeza, adquiriram mais experiência?

Diego Barbosa: Sim. Durante esses cinco anos de banda a gente evoluiu muito, tanto musicalmente como ideologicamente. O propósito da banda continua a ser o mesmo, ou seja, fazer um som mais rápido e cada vez mais evoluído e sempre repudiando tudo que nos deixa insatisfeito!

Rock-CE: Recentemente, vocês abriram pela segunda vez o show do Skull Fist em Fortaleza. A banda como sempre fez ótimo papel em palco, mas na maioria do set o baixista Jardel "Stick" teve que tocar sentado. O que houve com o músico ou seu instrumento?

Diego: Infelizmente Jardel teve um problema com o baixo. Pois a correia tinha se quebrado, mas isso não foi nenhum problema para nós, no decorrer do show a gente zoava muito com a cara dele, isso era o mais legal, foi muito engraçado (risos).

Rock-CE: A banda pretende compor com os mesmos temas que vem sendo abordados, ou há um interesse em expandir seus assuntos?

Diego: Nas duas demos que a gente lançou sempre falávamos muito de guerra e política. A gente mudou um pouco, estamos mais abordando o assunto sobre religião. Uma coisa q a gente acha inútil.

A entrevista completa você encontrará no link de fonte abaixo do título dessa matéria.



GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção NotíciasTodas as matérias sobre "Agressive"


Metallica: os motivos da saída de Jason NewstedMetallica
Os motivos da saída de Jason Newsted

Rob Halford: explicando por que chutou o celular do fã durante o showRob Halford
Explicando por que chutou o celular do fã durante o show


Sobre Leonardo M. Brauna

Leonardo M. Brauna é cearense de Maracanaú e desde adolescente vive a cultura do Rock/Metal. Além do Whiplash, o redator escreve para a revista Roadie Crew e é assessor de imprensa da Roadie Metal. A sua dedicação se define na busca constante por boas novidades e tesouros ainda obscuros.

Mais matérias de Leonardo M. Brauna no Whiplash.Net.