Vinnie Paul: bateristas atuais só querem chamar atenção

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
Enviar correções  |  Ver Acessos

O ex-baterista do PANTERA e atual HELLYEAH, Vinnie Paul Abbott, disse que ele ainda ama todos os lendários músicos que ele ouvia enquanto estava crescendo, mas não consegue apreciar muitos dos novos bateristas de metal extremo porque eles "tocam demais".

Pantera: seria uma grande honra ser indicado ao Hall da Fama do Rock, diz Phil AnselmoMusas do Metal: as bandas que elas ouvem quando estão em casa

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Durante uma aparição no podcast "The Jasta Show", do frontman do HATEBREED, Jamey Hasta, disse sobre suas influências de bateria: "Eu sempre amei os caras que me fizeram querer tocar bateria. John Bonham, provavelmente o maior baterista de todos os tempos. Todos nós queríamos tocar bateria como ele."

"Alex Van Halen... Eu amava sua habilidade, porque ele me fazia querer tocar com pedal duplo, cara. Eu ouvi ele tocar 'Boom Boom (Out Go The Lights)' com a banda de Pat Travers, e ele fazia coisas com seus pés que eu não via pessoas fazerem nem com suas mãos. Eu ficava: 'Cara, eu preciso conseguir outro bumbo.'

'Essa é uma outra história engraçada. Eu cheguei no meu pai e disse: 'Cara, eu preciso de outro bumbo, pai.' E ele disse: 'Por que? O que tem de errado com o seu, filho?' E eu disse: 'Nada, eu preciso de dois.' E ele olhou para mim e disse: 'Dois, pra que isso?' E eu disse: 'Eu vou mostrar. Só preciso de mais um, cara.' E foi assim que eu comecei com isso."

"E então alguém que não reflete em minha habilidade, mas de quem eu sou um grande fã, Neil Peart, um baterista incrível."

"Mas esses novos, caras, para mim, eles tocam demais - em minha opinião."

"Eu sempre me considerei um baterista com muito ritmo, e uma batida rápida não tem tanto ritmo. E muitos desses bateristas tocam tanto que não é mais sobre a música, é quase como só para se mostrar. 'Olhem para mim. Lá Vai!' É demais."

"Em minha opinião, eu sempre senti que a bateria deveria ser o suporte para o objeto principal na música, e há lugares onde o baterista pode se mostrar e fazer coisas que vão receber atenção dos holofotes, mas não todo o tempo. Você tem que escolher, e sempre tem que ser obre a música. É esse o real objetivo."




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção NotíciasTodas as matérias sobre "Hell Yeah"Todas as matérias sobre "Pantera"Todas as matérias sobre "Vinnie Paul"


Pantera: seria uma grande honra ser indicado ao Hall da Fama do Rock, diz Phil AnselmoPantera
seria uma grande honra ser indicado ao Hall da Fama do Rock, diz Phil Anselmo

Ghost: banda toca trecho de "Walk", do Pantera, em show

Zakk Wylde: guitarrista mantém aberta chance de fazer tour de homenagem ao PanteraZakk Wylde
Guitarrista mantém aberta chance de fazer tour de homenagem ao Pantera

Clube da Música: a trágica morte de Dimebag Darrell (vídeo)Pantera: as bandas relacionadas ou derivadas do grupo texano.

Em 08/12/2004: Dimebag Darrel é assassinado a tiros durante showEm 08/12/2004
Dimebag Darrel é assassinado a tiros durante show

Classic Rock: revista elege 100 melhores músicas de rockClassic Rock
Revista elege 100 melhores músicas de rock


Musas do Metal: as bandas que elas ouvem quando estão em casaMusas do Metal
As bandas que elas ouvem quando estão em casa

Burzum: A polêmica história e filosofia de Varg VikernesBurzum
A polêmica história e filosofia de Varg Vikernes


Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

Mais matérias de Fernando Portelada no Whiplash.Net.

adGoo336