Freddie Mercury: 23 anos da morte do maior frontman da história

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Por Rafael Testa, Fonte: Ultimate Classic Rock
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Freddie Mercury era o símbolo do Queen, a lendária banda que misturava hard rock, pop, cabaret, glam e ópera nos anos 70, antes de ser vítima de um dos mais famosos casos de AIDS nos anos 90. O vocalista morreu no dia 24 de novembro de 1991, apenas dois dias depois de confirmados os rumores de sua doença.

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No auge do Queen, Mercury, Brian May, Roger Taylor e o agora aposentado John Deacon forjaram um estilo híbrido completamente novo centrado na marca registrada de Mercury de travesso. O momento criativo mais marcante do Queen era também o de Mercury: sua voz mergulhada em um coro de "Bohemian Rhapsody", um processo meticuloso na era das fitas. Ao longo dos anos, Mercury também escreveu "Killer Queen", "Somebody to Love", 'Crazy Little Thing Called Love" e "We Are the Champions" para o Queen, enquanto apresentava uma bem recebida interpretação solo de ‘Great Pretender’, em 1987.

Ao longo do caminho, a alquimia musical única da banda, para não mencionar aquelas elaboradas misturas de estúdio, serviu de inspiração para uma série de bandas. Journey, que trabalhou com o produtor do Queen, Roy Thomas Baker, nos primeiros álbuns com Steve Perry, enquanto o Styx pegaria emprestado o talento de Mercury, os neo-classical heavy metallers, como Yngwie Malmsteen, constantemente referenciando a banda como modelo, sem falar no Metallica que fez sua própria versão de ‘Stone Cold Crazy'. Há incontáveis casos.

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Nenhum deles pode sequer se aproximar à presença de palco de Freddie Mercury. Nascido no Zanzibar, Farrokh Bulsara, ou Freddie Mercury morreu de broncopneumonia agravada pela AIDS. Mary Austin, parceira e amiga de longa data de Mercury, manteve o paradeiro de suas cinzas em segredo, até mesmo dos seus pais.

Mercury continuou gravando até não muito tempo antes de sua morte, sem perder nada do seu poder vocal, mesmo quando seu corpo começou a perder visivelmente as forças.Enquanto trabalhava em "The Show Must Go On", em 1990, Mary questionou se Mercury estava bem o suficiente para continuar. E ele disse: "Eu vou fazer essa porra, querida", foi lá e fez. Ainda conseguiu lançar um outro trabalho: "Made in Heaven", de 1995, que viria a ganhar quatro discos de platina no Reino Unido.

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May e Taylor têm continuado com o Queen com uma série de cantores convidados, incluindo George Michael, Paul Rodgers e Adam Lambert. Mas ninguém nunca substituirá o maior frontman de todos os tempos.




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Sobre Rafael Testa

Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, tem 23 anos, é estudante de sistemas de informação e torcedor fanático do Vasco da Gama e do Tupi Football Club. Se interessou por rock/metal depois do grande tio Roney mostrar-lhe o Iron Maiden. Tem o gosto musical muito variado, curte do thrash metal do Slayer ao metalcore do All That Remains. Acredita que existem bandas boas atualmente e faz questão de apresentá-las.

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