Aerosmith: Joe Perry fala de 45 anos de carreira, novo DVD e mais
Por Paulo Giovanni G. Melo
Fonte: About.com
Postado em 17 de julho de 2015
O AEROSMITH está comemorando o 45º aniversário da formação da "maior banda de rock da América" com a turnê "The Blue Army", que está em andamento. O quinteto é a banda de hard rock norte-americana que mais vendeu álbuns, sendo mais de 150 milhões de discos em todo o planeta, mais de 70 milhões só nos Estados Unidos.
Joe Perry, co-fundador e guitarrista da lendária banda, concedeu uma entrevista a Bob Schallau do site About.com, onde falou sobre os 45 anos do grupo, o novo DVD, tocar com Jimmy Page nos anos 1990 e outros assuntos. Confira abaixo alguns trechos do papo. A entrevista completa pode ser lida no link abaixo.
Bob Schallau: o novo CD/DVD "Aerosmith Rocks Donington 2014" sairá em 4 de setembro. Porque o AEROSMITH decidiu filmar um concerto em Donington?
Joe Perry: a gente fez um monte de ótimos shows naquele lugar. Estávamos decidindo onde filmaríamos um show e Donington pareceu ser o lugar óbvio. É um grande negócio filmar um show, com todas as câmeras e luzes e toda aquela coisa. Você pode planejar tudo o que quiser e o show pode ser ruim [risos]. Daí você tem um filme de duas horas que prefere não lançar. Você está dando às pessoas um show de melhor qualidade, que pode ter sido editado e mixado. Mesmo que você possa ver quase todos os shows hoje em dia no Youtube, este realmente é para os fãs dedicados. Tem uma camada de qualidade ao mesmo tempo. E também é uma lembrança para as pessoas que estavam no show. A gente achou que poderia ser um bom show porque era em Donington. Temos ótimas lembranças e ótimos momentos lá. Então fazia sentido.
Bob Schallau: eu assisti o "Aerosmith Rocks Donington 2014" ontem a noite e notei que fãs de 20 anos cantam cada palavra das músicas da banda. É gratificante ver fãs de tantas gerações diferentes em seus shows ao redor do planeta?
Joe Perry: é um pouco inacreditável. Nós nunca olhamos além da próxima semana ou do próximo mês. Nos primeiros anos a gente fazia o melhor que podia para manter a agenda cheia para que pudéssemos pagar o aluguel ou manter a mesa com um pouco de comida. Depois o sonho foi conseguir um contrato de gravação e um gerente para tentar levar as coisas a um outro nível. Nossa maneira de fazer as coisas realmente não mudou muito. A gente ainda pensa as coisas de mês a mês.
Todos os anos há novos lugares para tocar, como no Oriente Médio e outras cidades que antes costumavam estar além dos limites. Só o fato de tocar na Rússia e passear nos arredores da Praça Vermelha é incrível para mim. Acho que boa parte disso tem a ver com o rock n'roll. Tem a ver com a música ajudando a derrubar as paredes. Mesmo ir para o Japão na década de 1970 foi algo bem especial. Foi como 'uau, estamos do outro lado do mundo'. Foi incrível chegar lá e ver tantos seguidores.
A entrevista completa pode ser lida no link abaixo.
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