Exodus: "Vão se fuder aqueles babacas", diz Rob Dukes
Por Tiago Dantas da Rocha
Fonte: BlabberMouth
Postado em 07 de novembro de 2015
O ex-vocalista do EXODUS, Rob Dukes, se referiu aos seus antigos colegas de bandas como "babacas" e expressou sua satisfação em relação ao fato dele "nunca mais ter que falar com eles novamente."
Em junho de 2014 o EXODUS anunciou a saída de Dukes e o retorno do seu predecessor, Steve "Zetro" Souza, que foi o frontman da banda de 1986 até 1993 e depois de 2002 até 2004.
Quando perguntado pela Painful Pleasures qual a opinião dele sobre sua demissão do EXODUS agora que se passou 1 ano e meio desde a sua saída, Dukes disse: "Vão se fuder aqueles babacas. Eu nunca mais terei que falar com eles novamente... ou seus empresários, e isso é ótimo. É como se eu tivesse removido um câncer da minha vida."
Numa entrevista para o podcast Blood, Sweat And Metal da Australia, Dukes disse que não conversou com nenhum dos seus antigos colegas de banda desde a sua saída do EXODUS. "Eu não falei com nenhum deles, apenas com o (baterista) Tom (Hunting), Rob explicou. "Tom me ligou... Ele me ligou e disse, 'Nós vamos seguir em frente com um vocalista diferente. E vai ser com o Zet.' E basicamente foi isso. Foi uma conversa de telefone de 20 segundos. E foi tudo o que me foi dito. É isso aí."
No ano passado o guitarrista do EXODUS, Gary Holt, defendeu a forma como a banda demitiu Dukes dizendo que "muito tempo" foi gasto ponderando a decisão final antes que ela fosse tomada.
Holt, que vem se dividindo nos últimos 4 anos entre o EXODUS e o SLAYER, negou que o EXODUS tenha conduzido a demissão de Dukes de uma forma tão insensível, afirmando que "Houve conversas anteriores a essa para Rob antes da decisão, então quanto tempo deveria durar essa última conversa? Não foi algo que envolveu apenas 20 segundos. (Enquanto eu estava) Na Europa (Com o SLAYER) eu participei de todo esse processo pelo qual nós passamos".
Holt também desmentiu a especulação gerada na internet que a ruptura com Dukes foi motivada por razões financeiras ou que foi orientada pelo novo gerente do EXODUS, o vocalista do TESTAMENT, Chuck Billy, um dos co-fundadores da empresa de gerenciamento Breaking Bands LLC. "Não se trata de dinheiro e Chuck não tomou parte nisso", Holt disse. "Houve alguns problemas por trás dos bastidores e nós chegamos a uma conclusão." O guitarrista entretanto se recusou a dar mais detalhes sobre a decisão do EXODUS em seguir em frente sem Dukes, explicando: "Tudo o que ocorreu continuará interno. Eu não vejo necessidade alguma de lavar a roupa suja em público".
Holt, que em outro momento afirmou que a decisão de demitir Rob e re-contratar Zetro "foi a decisão mais difícil das nossas vidas, algo que foi escolhido por toda a banda", mais uma vez demonstrou orgulho pelo ex frontman do EXODUS, dizendo: Eu desejo tudo de bom para o Rob, e meu sentimento é apenas de amor em relação a esse cara. Ele será uma força por muito tempo e sinto orgulho por ele e como ele foi capaz de começar como um cara com moicano rosa até um perigoso vocalista de thrash. Ele é um cantor incrível e nós temos total respeito por ele e adoramos a música que criamos juntos.
Dukes se juntou ao EXODUS em janeiro de 2005 e apareceu em 4 álbuns de estúdio da banda — "Shovel Headed Kill Machine" (2005), "The Atrocity Exhibition... Exhibit A" (2007), "Let There Be Blood" (2008, uma regravação do clássico álbum de 1985 do EXODUS, Bonded By Blood) e "Exhibit B: The Human Condition" (2010).
Dukes lançou dois álbuns de estúdio com sua banda paralela GENERATION KILL, "Red White And Blood" (2011) e "We're All Gonna Die" (2013).
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