Sepultura: Andreas Kisser e Carlinhos Brown falam sobre o "Roots"
Por Bruce William
Fonte: Noisey
Postado em 22 de fevereiro de 2016
Matéria da Noisey sobre os vinte anos de lançamento do "Roots", do Sepultura, traz depoimentos de Andreas Kisser, Carlinhos Brown - que participa do disco - e Toninho Iron (Antonio Coelho), presidente do fã-clube do Sepultura há quase 30 anos. Confira o texto completo no link a seguir e mais abaixo alguns trechos:
http://noisey.vice.com/pt_br/blog/20-anos-sepultura-roots
Andreas Kisser: Sem dúvida, o Roots é um trabalho que características que começaram a ser formadas já no Arise, quando fizemos a turnê fora do Brasil e foi onde percebemos que poderíamos usar um pouco mais da influência da nossa própria música nos sons — algo que a gente ignorava, até aquele momento. Essa turnê que passou pelo mundo todo, Austrália, Europa, América do Sul, foi uma abertura geral das influência e percebemos que poderíamos incorporar elementos únicos do Brasil, como a percussão, por exemplo. Já no disco Chaos A.D. isso apareceu bastante na faixa Kaiowas que têm uma forte influência da música brasileira, da região Nordeste e sertaneja. A explosão desse processo veio com o Roots em que focamos nas nossas próprias raízes, africanas, dos escravos e, também, indígenas.
Carlinhos Brown: O Roots significa para a música brasileira a ideia de que a raiz é um lugar de que nunca se cai e de que é uma antena focada para lados desconhecidos. Cabe a nós captarmos o melhor disso.
Andreas Kisser: Foi tão difícil fazer (o álbum), mas tudo valeu muito a pena. É fantástico lembrar de tudo isso quando você o escuta. A nova geração e aqueles que vierem depois vão ouvir um álbum primordial na discografia, um disco que tem ares clássicos, como das bandas que admirávamos na década de 70.
Carlinhos Brown: O Roots, mais que um álbum, afirma a espiritualidade na música, como um conteúdo a mais, que transcende a letra e a melodia. O que está gravado demonstra nossa capacidade de futurar o que queremos para o País. Podemos ser vikings ou culto de terreiros. É o momento contemporâneo e a miscigenação dizendo que já temos autenticidade.
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