Rock On Stage: entrevista com Mike LePond, do Silent Assassins e Symphony X
Por Fernando R. R. Júnior
Fonte: Rock On Stage
Postado em 03 de março de 2016
O excelente baixista Mike Lepond, que desde o ano 2000 integra a gigante banda de Prog Metal Symphony X registrando os seguintes álbuns V: The New Mythology Suite ( 2000 ), The Odyssey ( 2002 ), Paradise Lost ( 2007 ), Iconoclast ( 2011 ) e Underworld ( 2015 ) - além de participar com destaque em várias turnês pelo mundo e com passagens no Brasil - decidiu trabalhar em seu primeiro projeto solo ainda em 2014.
Esse projeto se transformou na banda Mike Lepond´s Silent Assassins, cujo line up de seu primeiro álbum é ao lado de seu parceiro do Symphony X, o guitarrista Michael Romeo, o também guitarrista Mike Chlasciak ( Halford e Testament ) e o vocalista Alan Tecchio ( Hades e Watchtower ). Para saber mais detalhes sobre a banda Mike Lepond´s Silent Assassins do exímio baixista norte americano e algumas outras curiosidades, o Rock On Stage realizou a entrevista exclusiva que você confere nas linhas seguintes.
Rock On Stage: Mike, quais critérios você utilizou para escolher os músicos que te acompanharam nas gravações de Silent Assassins ( exceção feita apenas, imagino eu, a Michael Romeo seu companheiro no Symphony X ) e como foi o processo de composição do cd?
Mike LePond: Eu queria encontrar músicos que moravam perto de casa para que eu pudesse estar no estúdio com eles. Isso fez tudo ser mais íntimo e pessoal. Para escrever o cd, eu tinha pedaços de músicas e de letras sem utilizar. Eu apenas combinei o conceito das letras com as partes musicais como um quebra-cabeça.
Rock On Stage: E quando as músicas foram surgindo... em que momento você notou que determinadas composições seriam melhores em um álbum solo seu do que no Symphony X ? Ou você já criou tudo direcionando ao seu projeto solo?
Mike LePond: Eu compus a maior parte das músicas especificamente para o meu projeto solo. As letras eram originariamente para músicas do Symphony X, que nunca foram usadas. As músicas foram algo mais específico, são aqueles riffs de Metal que explodem na sua cara que realmente não funcionam para a estética do Symphony X. Eu me sinto abençoado por poder trabalhar de duas maneiras tão diferentes e criativas.
Leia a entrevista completa no link abaixo:
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