Jim Peterik: Todo artista tem uma música que o define
Por Carlos Garcia
Fonte: site Road to Metal
Postado em 20 de dezembro de 2017
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Em uma entrevista para o site Road to Metal a lenda do Rock Jim Peterik falou sobre sua carreira, projetos atuais, e claro, sobre momentos e músicas marcantes de sua carreira.
Exímio criador de Hits, Jim lembrou da sua primeira canção a alcançar os charts (é até hoje o single mais vendido da Warner), "Vehicle", com o Ides of March em 1970. Música essa que ele conta que compôs para uma garota, que acabou se tornando sua esposa, estando juntos há 45 anos.
Mas foi com o Survivor que, segundo ele próprio, compôs a música que define sua carreira, "Eye of the Tiger", feita para a trilha do filme "Rocky III". A canção está no álbum homônimo de 82, e foi um grande sucesso, tornando-se um hino, daquelas canções que todo mundo conhece. A música lhe rendeu um Grammy e uma indicação a Oscar de melhor canção.
Confira o que Jim Peterik falou sobre essa canção, além de detalhes de sua recente colaboração com o vocalista Marc Scherer e a guitarrista Jennifer Batten, resultando no álbum "Scherer/Batten's Battlezone", o qual Jim participa com várias canções e ainda produziu.
RtM: Bom, eu tenho que falar sobre "Eye of the Tiger", que é uma música que se tornou um hino, e sempre é lembrada em cenas que se referem à ação ou bravura em filmes, comerciais e eventos esportivos, sinônimo de luta e busca pela superação, além de ter recebido muitas versões e covers. Você escreveu tantas outras excelentes músicas, mas você poderia nos contar um pouco sobre a importância desta música em sua história?
JP: Todo artista parece ter aquela música que se destaca e o define. A "Eye of the Tiger" é essa música para mim. As histórias que ouvi de pessoas de como aquela música influenciaram suas vidas são realmente mais valiosas para mim do que o lado monetário. Os relatos de pessoas superando doenças, longas jornadas e desafios alimentam minha alma diariamente
RtM: Belas palavras, "Eye of the Tiger" é realmente magnífica. Voltando ao presente, gostaria que você falasse sobre como começou a parceria com Marc Scherer, com quem você lançou o álbum "Risk Everything". Outro grande artista que você "descobriu".
JP: Ao longo dos anos, tive pelo menos duas "quase" chances de trabalhar com Marc. Cada vez que eu ouvia seu seu incrível registro de tenor em algum estúdio adjacente, acabava pegando seu número, mas acabava perdendo! Finalmente nossas estrelas se alinharam e tem sido uma veia muito rica de inspiração mútua. Este último CD, "Battle Zone", de Marc Scherer/Jennifer Batten é o ponto culminante final.
RtM: Como você vê a indústria da música hoje em dia? Muitos artistas chegaram a dizer que não vale a pena fazer novas músicas ou gravar álbuns. O que você pensa sobre isso e o que o move para continuar a produzir e criar novas músicas?
JP: Eu faço isso como uma necessidade de comunicar minha música para tantas pessoas quanto eu puder. Eu tenho uma palavra de alegria e otimismo para compartilhar que não tem nada a ver com o comércio. Trata-se de paixão!
Confira a entrevista na íntegra no link abaixo:
http://www.roadtometal.com.br/2017/12/entrevista-jim-peterik-eu-faco-isso.html
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O dia que Faustão criou seu famoso bordão após insatisfação dos Paralamas do Sucesso
O segredo de Renato Russo que fez a Legião Urbana ser a maior banda dos anos oitenta
Charlie Brown Jr: como Chorão foi corrompido após ficar rico, segundo Tadeu Patolla






