Jim Peterik: Todo artista tem uma música que o define

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Por Carlos Garcia, Fonte: site Road to Metal, Press-Release
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Em uma entrevista para o site Road to Metal a lenda do Rock Jim Peterik falou sobre sua carreira, projetos atuais, e claro, sobre momentos e músicas marcantes de sua carreira.

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Exímio criador de Hits, Jim lembrou da sua primeira canção a alcançar os charts (é até hoje o single mais vendido da Warner), "Vehicle", com o Ides of March em 1970. Música essa que ele conta que compôs para uma garota, que acabou se tornando sua esposa, estando juntos há 45 anos.

Mas foi com o Survivor que, segundo ele próprio, compôs a música que define sua carreira, "Eye of the Tiger", feita para a trilha do filme "Rocky III". A canção está no álbum homônimo de 82, e foi um grande sucesso, tornando-se um hino, daquelas canções que todo mundo conhece. A música lhe rendeu um Grammy e uma indicação a Oscar de melhor canção.

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Confira o que Jim Peterik falou sobre essa canção, além de detalhes de sua recente colaboração com o vocalista Marc Scherer e a guitarrista Jennifer Batten, resultando no álbum "Scherer/Batten's Battlezone", o qual Jim participa com várias canções e ainda produziu.

RtM: Bom, eu tenho que falar sobre "Eye of the Tiger", que é uma música que se tornou um hino, e sempre é lembrada em cenas que se referem à ação ou bravura em filmes, comerciais e eventos esportivos, sinônimo de luta e busca pela superação, além de ter recebido muitas versões e covers. Você escreveu tantas outras excelentes músicas, mas você poderia nos contar um pouco sobre a importância desta música em sua história?

JP: Todo artista parece ter aquela música que se destaca e o define. A "Eye of the Tiger" é essa música para mim. As histórias que ouvi de pessoas de como aquela música influenciaram suas vidas são realmente mais valiosas para mim do que o lado monetário. Os relatos de pessoas superando doenças, longas jornadas e desafios alimentam minha alma diariamente

RtM: Belas palavras, "Eye of the Tiger" é realmente magnífica. Voltando ao presente, gostaria que você falasse sobre como começou a parceria com Marc Scherer, com quem você lançou o álbum "Risk Everything". Outro grande artista que você "descobriu".

JP: Ao longo dos anos, tive pelo menos duas "quase" chances de trabalhar com Marc. Cada vez que eu ouvia seu seu incrível registro de tenor em algum estúdio adjacente, acabava pegando seu número, mas acabava perdendo! Finalmente nossas estrelas se alinharam e tem sido uma veia muito rica de inspiração mútua. Este último CD, "Battle Zone", de Marc Scherer/Jennifer Batten é o ponto culminante final.

RtM: Como você vê a indústria da música hoje em dia? Muitos artistas chegaram a dizer que não vale a pena fazer novas músicas ou gravar álbuns. O que você pensa sobre isso e o que o move para continuar a produzir e criar novas músicas?

JP: Eu faço isso como uma necessidade de comunicar minha música para tantas pessoas quanto eu puder. Eu tenho uma palavra de alegria e otimismo para compartilhar que não tem nada a ver com o comércio. Trata-se de paixão!

Confira a entrevista na íntegra no link abaixo:
http://www.roadtometal.com.br/2017/12/entrevista-jim-peterik-eu-faco-isso.html




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Sobre Carlos Garcia

Antes de tudo sou um colecionador, que começou a cair de cabeça no Metal e Classic Rock quando o Kiss esteve no Brasil em 1983, a partir daí não parei mais. Criei fanzines, como o Zine Barulho, além de colaborar com outros zines e depois web zines e sites, como os saudosos Metal Attack e All the Bangers. Atualmente sou um dos editores e redator do Road to Metal. O melhor de tudo são as amizades que fazemos, além do contato e até amizade com alguns de nossos heróis.

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