Bobby Kimball: bate papo exclusivo sobre Toto e seus projetos

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Por Mário Pescada, Fonte: 80 Minutos
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Bobby Kimball, conhecido por sua passagem no TOTO, vasta carreira solo e participações em diversos projetos, concedeu uma entrevista exclusiva ao site 80 Minutos para André Luiz Paiz.

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Confira abaixo o bate papo:

ALP: Olá Bobby, é um prazer falar contigo. Nós representamos o site 80 Minutos, um site brasileiro criado para os usuários que gostam de avaliar os seus álbuns favoritos. Diga olá para o Brasil!

BK: Olá e bom dia a todos. Gostei muito de visitar o Brasil e participar de alguns concertos por aí. Todas as pessoas que conheci em seu país são fantásticas e foram extremamente gentis sobre as minhas apresentações. Eles me fizeram a pessoa mais feliz possível, então, ambos sentimos que passamos um ótimo tempo juntos. Mal posso esperar para estar aí novamente.

ALP: Já passou mais de um ano desde o lançamento de "We're Not In Kansas Anymore", que é um álbum bem agradável. Você pode no dizer um pouco sobre ele?

BK: Foi muito bom gravar "We're Not In Kansas Anymore". Escrevi algumas canções novamente com "John Zaika", que juntos fizemos o álbum "All I Ever Needed", no ano 2000. John é um excelente co-escritor e um ótimo amigo. Há muitas canções que gosto neste álbum e as minhas favoritas são: "On My Feet", "Flatline", "Too Far Behind", "Hey It's Me" e "Hold On".

ALP: Você anda bem ocupado ultimamente. O que tem feito?

BK: No último dia 6 de março, estive ao leste dos Estados Unidos, por três semanas em um cruzeiro, fazendo vários shows. Quando fui para casa, fiquei por umas dez horas e voei para Dalas, no Texas, para participar de mais um concerto. Logo após, fui de Dalas para a Alemanha, para participar de 8 shows em 8 dias. Voltei pra casa e voei para Londres e depois Dubai, para participar de um evento com Bill Champlin, que fez parte do CHICAGO por 28 anos e Dave Bickler, vocalista original do SURVIVOR. No palco, tocamos com uma banda de dez pessoas e uma orquestra de Moscou com 50 membros.

BK: Voltei recentemente para casa, mas amanhã terei que voar para Paris e seguir com Don Kerry (empresário) para Cannes, onde faremos um show para o "The Cannes France Film Festival". Em seguida, iremos para a Bulgária, onde cantei para mais de 15.000 pessoas na última vez que estive lá. Foi muito divertido.

ALP: Bobby, o tempo passou e você continua cantando muito bem. Você faz algo para cuidar da sua voz?

BK: Eu nunca tive problemas com a minha voz que necessitasse de cuidado. Mas, ocasionalmente, se o monitor que uso em meus ouvidos não funciona devidamente e não consigo me ouvir como deveria, isso dificulta as coisas e pode parecer que não estou cantando bem. A maioria das músicas que preciso cantar possuem notas bem altas e, se não tenho o retorno soando alto em meus ouvidos, isso pode prejudicar a minha voz durante um tempo. Se o equipamento está OK, eu nunca deixo de alcançar aquelas notas.

ALP: Em 2011 você lançou um ótimo álbum com Jimi Jamison em um projeto chamado KIMBALL/JAMISON. Pouco depois, Jimi nos deixou de uma forma bem triste e trágica. Vocês chegaram a conversar sobre a possibilidade de gravar um segundo álbum? Vocês eram amigos próximos?

BK: Jimi Jamison foi o meu melhor amigo por mais de 30 anos. Foi fantástico gravar aquele CD do KIMBALL/JAMISON com ele. Nós fizemos mais de 150 shows juntos após o lançamento do álbum. Eu recebi um contato do selo italiano que produziu o primeiro CD. Eles me pediram para falar com Jimi para criarmos um novo álbum juntos. Tentei contato com ele por diversas vezes, porém não obtive resposta e deixei algumas mensagens. Não soube de nada por uns 10 dias, até que a filha de Jimi me ligou dizendo que ele havia morrido. Me senti muito mal, pois tinha perdido um dos meus maiores amigos.

ALP: Eu fiz recentemente uma entrevista com o grande JEFF SCOTT SOTO para o nosso site. Ele citou você como uma de suas maiores influências. Como você se sente ao ouvir/ler algo do tipo?

BK: Eu preciso dizer a você que, para mim, JEFF SCOTT SOTO é um músico/cantor fantástico. Além disso, muitos músicos o consideram como uma ótima pessoa. Eu sempre gostei de sua música e amizade.

Confira o restante desse bate papo no site do 80 Minutos:

https://80minutos.com.br/interview.php?interview=14




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Sobre Mário Pescada

Mineiro, leitor compulsivo, ouvinte de todas as vertentes do rock - do blues ao grindcore. Valoriza mais a honestidade e entrega em cima do palco do que a técnica. Guarda os flyers dos shows que vai como se fossem relíquias.

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