Taxa de conveniência: cobrança é legítima e processo é suspenso, segundo Abrevin
Por Igor Miranda
Fonte: Abrevin
Postado em 14 de fevereiro de 2020
A Associação Brasileira de Empresas de Venda de Ingressos (Abrevin) divulgou um comunicado, via assessoria de imprensa, informando que a cobrança da taxa de conveniência para vendas virtuais de ingressos para eventos culturais, como shows, é legítima. Encontra-se suspenso o julgamento do processo na 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a legalidade da cobrança - não existindo, portanto, uma decisão final.
Em março de 2019, a 3ª Turma do STJ havia determinado a ilegalidade da taxa de conveniência, apontando que repassar o custo da venda online ao consumidor é como "venda casada". Empresas têm cobrado até 15% do valor da entrada com essa taxa, descrita por elas como o que possibilita ao consumidor optar pela melhor forma de obter seu ticket sem precisar se deslocar até a bilheteria.
Mais recentemente, de acordo com a Abrevin, na última sessão da 3ª Turma, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino apresentou voto a favor da legalidade da taxa de conveniência. No último dia 18 de novembro, a Advocacia Geral da União requereu sua entrada como amicus curiae (pessoa, entidade ou órgão com interesse em uma questão jurídica levada ao Poder Judiciário) nos processos que tratam da legalidade da taxa, defendendo-a e e destacando a transformação da sociedade com as novas tecnologias: se antes a aquisição dos ingressos acontecia apenas em pontos físicos e de forma pessoal, atualmente a compra pela internet ganhou relevância e tornou-se representativa.
Ainda segundo a Abrevin, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE), do Ministério da Economia, e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), que integra o Ministério da Justiça, divulgaram notas técnicas se posicionando a favor da legalidade da taxa de conveniência. Os órgãos consideram o serviço um "benéfico aos consumidores, tanto pela relação de transparência quanto pelo impacto que uma possível proibição poderia ter no preço final".
A associação aponta que a proibição da cobrança de taxa de conveniência implica não em redução, mas em um aumento no preço dos ingressos aos consumidores. "De imediato, um dos efeitos esperados seria o repasse dos custos desses serviços de conveniência para o preço final dos ingressos, que passariam a ter um novo valor único. Por consequência, esta prática causaria imediata perda de bem-estar para aqueles consumidores que optam por realizar compras presenciais, não utilizando a conveniência da compra online, e passariam, então, a pagá-la, no caso de um preço único", diz a nota.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Luis Mariutti se pronuncia sobre pedidos por participação em shows do Angra
Músicos da formação clássica do Guns N' Roses se reúnem com vocalista do Faster Pussycat
Black Sabbath "atrapalhou" gravação de um dos maiores clássicos da história do rock
Jessica Falchi critica sexualização da mulher na guitarra: "Não me verão tocando de biquíni"
ZZ Top confirma três shows no Brasil em novembro
O melhor álbum da banda Death, segundo o Loudwire
Por que o Lollapalooza parece ter "só bandas que você não conhece", segundo o Estadão
Paul Di'Anno diz que Iron Maiden ficou pretensioso demais na fase de "Killers"
As 35 melhores bandas brasileiras de rock de todos os tempos, segundo a Ultimate Guitar
Vocalista encoraja fãs a conhecer a fase farofa do Pantera
A banda responsável por metade do que você escuta hoje e que a nova geração ignora
A música tocante do Dream Theater inspirada por drama familiar vivido por James LaBrie
O álbum que melhor sintetiza a proposta sonora do AC/DC, segundo Angus Young
Angra anuncia fim do hiato e turnê em celebração ao disco "Holy Land"
Depois de mais de quarenta anos, vendas de discos de vinil nos EUA superam US$ 1 bilhão
Nightwish: Tuomas Holopainen conta o que pensou ao demitir Tarja Turunen da banda
A diferença entre Marty Friedman e Kiko Loureiro, segundo Dave Mustaine
Quais foram os álbuns que mais venderam de grandes bandas de heavy metal?


Rolling Stone: as 10 melhores bandas de Heavy Metal
"Danem-se Elvis e Keith Richards", diz Dave Grohl, ao apontar o "verdadeiro rei do Rock'n'Roll"
Guitarristas: Os 10 maiores dos anos 80 segundo a revista Fuzz
Pela 1ª vez, Aquiles Priester conta em detalhes como e por que foi demitido do Angra
Max Cavalera: "Deveríamos ter demitido aqueles dois e mantido o nome"
A opinião de Paul Stanley, do Kiss, sobre o Metallica e Slayer



