A depressão e uso de drogas de Adrian Smith, do Iron Maiden, nos 80s
Por Bruce William
Postado em 11 de outubro de 2020
Nos anos oitenta, o Iron Maiden conquistou o mundo com uma série de álbuns extremamente bem sucedidos que se tornaram clássicos e foram acompanhados de turnês gigantescas. Mas o guitarrista Adrian Smith revelou à Metal Hammer que toda a pressão que ele sofreu naqueles tempos afetou sua saúde mental.
"Não quero passar esta coisa do 'coitado de mim', mas isso (a depressão) foi uma coisa que me marcou nos anos oitenta. O último show que fiz antes de me juntar ao Maiden aconteceu em um pub de Londres, lembro que fui de ônibus e meu wah-wah estava em uma sacola de supermercado, e depois disto quando voltei a subir no palco era um mega show com o Iron Maiden. Foi um grande salto! A primeira turnê foi de boa, mas daí tudo começou a me afetar - pagavam fortunas para nos ver e há muitos músicos fantásticos por aí, o que significa que o mercado é muito competitivo. Isto mexeu comigo algumas vezes, e quando atingimos a América (do Norte) as coisas explodiram no lance da bebida e drogas, usadas como uma muleta. Mas você precisa lidar com estas coisas, e hoje eu não tenho mais que lutar com isto, pois fez parte do processo de crescimento".
Adrian acredita que seu interesse por pesca lhe deu uma sensação de perspectiva e calmaria longe do estresse da vida na banda. "É bom para a sua mente. Como disse Billy Connolly, 'Pescar é meditação com uma piada'. O casulo do avião para a van-para-o-hotel é um pouco exagerado às vezes, então é ótimo simplesmente ir para o campo e liberar sua mente, conquiste esse espaço."
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