Judas Priest: K.K. diz que sua saída foi orquestrada, mas ele não queria deixar a banda
Por Bruce William
Postado em 04 de maio de 2021
Durante conversa com Regis Tadeu e Paulo Baron, K.K. Downing falou sobre sua saída do Judas Priest em 2011, quando Regis comentou que sentia que no livro autobiográfico "Heavy Duty: Days And Nights In Judas Priest" o guitarrista não contava todos os detalhes.
"Não são muitas as pessoas que sabem disso, mas algumas coisas aconteceram no inverno de 2010 que não foram boas, elas estavam acontecendo e eu senti que merecia mais credibilidade, mais respeito. Eu sou um cara muito orgulhoso, então eu basicamente joguei a toalha. Não menciono isso no livro, mas alguns meses depois eu mudei de ideia, estava começando a mudar de ideia, assim como você faz com sua namorada, sua mulher ou o que seja, tive muitas discussões com minhas parceiras e namoradas, mas depois de um tempo você para e pensa 'Meu Deus foi culpa minha?'"
K.K. prossegue: "E eu estava conversando com o Ian (Hill, baixista) em abril de 2017 e eu realmente achei que era uma turnê de despedida, eu estava desistindo de tudo depois de uma vida de dedicação, e eu ia fazer apenas uma turnê de despedida. Mas aí eu disse a ele que eu estava mudando de ideia, que eu achava que deveria participar da turnê, disse isso a ele e pedi que me mandassem o setlist que estavam trabalhando".
"E ele me mandou o setlist", emenda o guitarrista. "Mas exatamente no dia seguinte, eles anunciaram para a imprensa que eu estava saindo da banda, e eu fiquei furioso! Então eu mandei uma segunda carta a eles, dessa vez não tão educada e eu estava muito bravo porque eles estavam falando sobre mim. Então eu não me sinto como se tivesse saído da banda, eu senti mais que foi algo orquestrado para que eu não estivesse lá. Foi isso que aconteceu, e eu me tornei uma pessoa furiosa, não contei isso no livro, mas é o que é. Desde então eu contatei a banda para que eu voltasse, mas o que não é para ser não vai ser", finaliza K.K.
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