Mick Harris: Ex-baterista do Napalm Death não aprova a sonoridade atual da banda
Por Maicon Leite
Postado em 29 de janeiro de 2022
O canal do YouTube HEAVY CULTURE, quando iniciou suas atividades, em 2020, deixou claro seu objetivo: realizar bate-papos informais com nomes seminais do som pesado, focando sempre na música e em detalhes de suas carreiras. No último sábado, dia 22, o staff realizou uma de suas lives mais épicas, com Mick Harris, ex-baterista do Napalm Death. Com quase duas horas de duração, o papo rolou em torno de sua marcante passagem pelo Napalm Death, seus projetos de Industrial e planos futuros. Responsável pelas baquetas dos clássicos "Scum" (1987), "From Enslavement to Obliteration" (1988) e "Harmony Corruption" (1990), os discos mais festejados da instituição britânica, Harris pôde esclarecer algumas dúvidas sobre estes trabalhos, sobretudo seu estilo de tocar e performances ao vivo.
Indagado pela mudança de sonoridade em "Harmony Corruption", bastante moldada pelo Death Metal da época e influenciado pelo que estava sendo produzido no Morrisound Recording, em Tampa, Flórida, o baterista comentou que a produção do álbum poderia ser melhor produzida, e que trabalhar com Scott Burns foi um grande erro, pois eles gostariam de trabalhar com ele na engenharia de som, e não na produção. Segundo Harris, a produção ficou muito padronizada, e embora a pegada Grindcore ainda esteja lá, a sonoridade ficou mais voltada ao Death Metal. O músico ainda confirmou que Andreas Kisser, do Sepultura, emprestou um pedal de distorção para os integrantes do Napalm Death.
O baterista também deu sua opinião sobre o atual direcionamento musical do Napalm Death, declarando que não aprova o que Shane Embury & cia estão produzindo em termos sonoros, mas afirmou que gostaria de produzir a banda, e que está contente com o fato de ele e o baixista Shane Embury ainda serem amigos.
Para conferir estes e outros assuntos, acesse:
Em fevereiro o HEAVY CULTURE receberá o guitarrista Victor Griffin, músico estadunidense que já integrou o lendário Pentagram e que atualmente segue na linha de frente do Doom Metal com In-Graved, Place of Skulls e Death Row. O bate-papo será realizado em 01/02 às 19h. Em seguida, na sexta-feira, 04/02 às 19h, o canal baterá um papo com Ciero e Fogaça, do Oitão, e no sábado, 05/02, o canal recebe o Into the Strange às 18h. Em 08/02 mais uma live imperdível, com Jack Starr, guitarrista fundador do Virgin Steele e Jack Starr's Burning Starr, seguido de Paul Arnold, baixista e vocalista do At War no dia 15/02 às 20h.
Mais informações:
https://www.facebook.com/heavyculturebra
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
65 grandes músicas gravadas por Dave Mustaine, que completa 65 anos neste domingo
O disco do Slayer que é uma "resposta" ao pop punk feito por Green Day e Offspring
King Diamond sobe ao palco com o My Chemical Romance
Os mestres que moldaram Jimi Hendrix antes de ele se tornar o maior nome da guitarra
O disco do Iron Maiden com Blaze Bayley que a Metal Hammer considera "metade de um clássico"
A formação do Black Sabbath que não funcionou, na opinião de Geezer Butler
Regis Tadeu elege melhores e piores shows do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026
Regis Tadeu explica por que o Slipknot deve agradecer de joelhos a Eloy Casagrande
A carteirada de Tom Morello sobre Jimmy Page para ajudar o próprio filho
Quando The Edge pensou em abandonar o U2 por causa dos egos inflamados
Cinco subgêneros do metal que despertam amor e ódio
O ajuste que Bruno Sutter sugere para a voz de Bruce Dickinson no Iron Maiden
A música em que Geddy Lee viu a história do Rush passar diante de seus olhos

Absolute Power, projeto heavy metal de Shane Embury (Napalm Death) anuncia álbum
O disco "esquecido" do Black Sabbath que é um dos preferidos de Shane Embury
O disco do Rush que baixista do Napalm Death considera perfeito


