Naser Mestarihi: existe rock and roll no Qatar, o país da Copa do Mundo
Por Mateus Ribeiro
Postado em 19 de janeiro de 2022
A Copa do Mundo de 2022 será realizada no Qatar, um país árabe localizado no continente asiático, mais precisamente, no Oriente Médio. Trinta e duas seleções vão tentar conquistar a glória máxima do futebol, esporte que o país sede não possui a mínima tradição. Pois bem, acontece que o Whiplash.net não é um site de futebol, mas sim, de rock and roll. E acredite se quiser, existe rock de qualidade no Qatar, que não é muito relevante no universo da música pesada.
O artista responsável pelo rock catariano é o multi-instrumentista Naser Mestarihi, que tem 34 anos e nasceu em Doha, capital e cidade mais populosa do país. Filho de pai árabe-jordaniano e de mãe paquistanesa, iniciou sua carreira em 2004. Segundo a Wikipedia, seu EP autointitulado lançado em 2010 é o primeiro disco de rock da história do país.
Até o momento, Naser lançou dois álbuns completos: "1987" (2013) e "Praed Street" (2016). Nos dois trabalhos (cantados em inglês), ele foi o responsável pela guitarra, pelo baixo e pelos vocais. A bateria foi gravada por músicos convidados em ambos os discos.
O som apresentado nos discos de Naser é uma mistura de hard rock oitentista com heavy metal. O mix é bastante agradável. Músicas como "Blazing Temple", "1987", "Exodus Highway", "Wicked Harlot", "Animal", "Winterburn" e "Back To The Bay" mostram que Naser sabe bem o que faz e tem talento para a coisa.
Agora que as credenciais já foram apresentadas, é hora de apertar o play e conferir o trabalho de Naser Mestarihi, primeiro artista de rock do Qatar. Boa diversão!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
65 grandes músicas gravadas por Dave Mustaine, que completa 65 anos neste domingo
O disco do Slayer que é uma "resposta" ao pop punk feito por Green Day e Offspring
King Diamond sobe ao palco com o My Chemical Romance
Os mestres que moldaram Jimi Hendrix antes de ele se tornar o maior nome da guitarra
O disco do Iron Maiden com Blaze Bayley que a Metal Hammer considera "metade de um clássico"
A formação do Black Sabbath que não funcionou, na opinião de Geezer Butler
Regis Tadeu elege melhores e piores shows do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026
Regis Tadeu explica por que o Slipknot deve agradecer de joelhos a Eloy Casagrande
A carteirada de Tom Morello sobre Jimmy Page para ajudar o próprio filho
Quando The Edge pensou em abandonar o U2 por causa dos egos inflamados
Cinco subgêneros do metal que despertam amor e ódio
O ajuste que Bruno Sutter sugere para a voz de Bruce Dickinson no Iron Maiden
A música em que Geddy Lee viu a história do Rush passar diante de seus olhos
O grave erro do Pink Floyd que há décadas complica a vida de um renomado cientista
A resposta do Sepultura a jornalista que perguntou como banheiros funcionavam no Brasil
Zeppelin? Who? Sabbath? Keith Richards preferia um nome menos lembrado e que era puro talento

Refrãos: alguns dos mais marcantes do Rock/Metal
Exodus: "Rick Rubin é uma verdadeira fraude", diz Gary Holt
O guitarrista preferido de Mark Knopfler, do Dire Straits, e que David Gilmour também idolatra
Marty Friedman: "Prefiro mastigar vidro que ouvir Jimi Hendrix"
A razão que levou Humberto Gessinger a decidir não usar mais nome "Engenheiros do Hawaii"
Regis Tadeu revela o truque maroto que o Iron usa, mas o Metallica não precisa



