O dia em que Priscila Fantin deu um tapa na cara de Paulo Ricardo
Por Gustavo Maiato
Postado em 03 de março de 2022
Embora seja mais famoso pela sua carreira de músico, Paulo Ricardo já tentou a sorte como ator na TV Globo. Foi em 2002, durante a novela "Esperança", que se passava entre a Itália e o Brasil nos anos 1930.
RPM - Mais Novidades
Em entrevista ao Venus Podcast, a atriz Priscila Fantin relembrou momentos de sua personagem na novela "Esperança" e comentou sobre como foi contracenar com Paulo Ricardo. Ela disse que precisou até dar um tapa na cara dele em uma cena, mas que não tinha técnica para isso e acabou machucando um pouco o rockstar.
"A princípio, minha personagem faria os 32 capítulos iniciais, porque quando o Reynaldo Gianecchini fosse para o Brasil, ele ia se encontrar com a Ana Paula Arósio e viver a história deles. Minha personagem ia morrer em uma batalha. Mas o público amou e virei o par romântico dele na novela inteira! O Paulo Ricardo fez uma participação na novela uma vez e precisei dar um tapa na cara dele! Eu não tinha a menor técnica para isso! O diretor gosta das coisas mesmo viscerais! Eu morria de medo de machucar. Dei um bem levinho e ele falou para fazer mais forte. Eu tenho a mão grande né gente! (risos). Até que eu meti um tapão mesmo na cara dele! Só assim para dar certo. Tadinho, fiquei mal depois, porque doeu", disse.
Já em uma participação no programa "Vídeo Show", da TV Globo, Paulo Ricardo recordou sua participação e elogiou a produção global.
"Foi minha única novela. Tinha esperança de virar ator! Teve uma música nossa na trilha também, tema da Maria Fernanda Cândido. Eu era um jovem cineasta alemão que voltava para o Brasil porque meu pai estava preocupado com a ascensão do Hitler. Eu ia seduzir a Ana Paula Arósio, mas ela se apaixonou pelo Gianecchini. Eu tive uma briga com ele! Foi algo coreografado, chute e soco, e tudo mais. Eu provoquei, porque a Priscila Fantin trabalhava no hotel do meu pai e eu armei uma arapuca para ela! Eu estava muito nervoso, tem uma pessoa só para corrigir qualquer erro no figurino. Eu acendia meu cachimbo com uma marca de fósforo que existia nos anos 1930. O jornal que eu lia tinha a data dos anos 1930. O trabalho de arte foi fenomenal", afirmou.
Confira a entrevista completa com Priscila Fantin.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Turnê que Michale Graves faria pelo Brasil é cancelada um dia antes do início
Helloween - um espetáculo completo na borda da cidade de São Paulo
Os 10 covers mais tocados pelo Metallica ao vivo, segundo a Noise Creep
Em parceria com a Casa da Moeda Real, Pink Floyd lança palhetas em cobre, prata e ouro
Seven Crossroads Festival anuncia oito atrações, seis delas inéditas no Brasil
Digão explica o erro dos Raimundos: "Mamonas Assassinas foram mais inteligentes"
Cogumelo Records: 46 anos no coração do rock pesado de Belo Horizonte
Ozzfest confirma segundo país que receberá o evento em 2027
Tarja Turunen fará show em São Paulo em maio de 2027
10 rockstars que já estão na casa dos 80 anos de idade e seguem na estrada
Família de Brent Hinds publica manifesto sobre disputa com o Mastodon
Malcolm Young era um guitarrista "melhor que Eddie Van Halen", segundo Angus Young
A música do Metallica que deixava o público entediado, segundo Kirk Hammett
Marcelo Nova e Drake Nova lançam álbum "Onde Judas Perdeu As Botas" pela Radar Records
Os 5 maiores compositores de trilha sonora, segundo Tuomas Holopainen

Os 5 melhores guitarristas de todos os tempos, segundo Fernando Deluqui (ex-RPM)
O motivo que ainda impede Paulo Ricardo e Fernando Deluqui de reunir o RPM
RPM - O Legado lança o álbum duplo "Visceral" com participações de nomes do rock brasileiro
Paulo Ricardo revela a verdadeira origem de "Rainha", clássico do RPM
O dia que hospital dos EUA julgou que RPM não tinha grana e Paulo Ricardo mostrou fortuna
O único megahit do RPM que Paulo Ricardo não toca mais no show por justo motivo


