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Como os três guitarristas do Helloween dividem solos e riffs entre si, segundo Weikath

Por Gustavo Maiato
Em 04/05/22

Com o retorno de Kai Hansen ao Helloween, a banda alemã passou a trabalhar com uma configuração de três guitarristas, sendo o time completado por Michael Weikath e Sascha Gerstner. Como será então, que o grupo dividiu os riffs na hora de gravar o álbum "Helloween", primeiro com essa nova formação?

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O assunto foi comentado por Michael Weikath durante entrevista ao jornalista musical Gustavo Maiato. De acordo com o guitarrista, o trio tem diversas formas de decidir como será a divisão das guitarras. Confira a resposta abaixo.

"Normalmente é assim: se alguém aparece com um riff mais simples, a segunda guitarra costuma fazer uma terça e não costuma ser difícil. Agora, se a ideia inicial for muito difícil, você pergunta se a pessoa quer tocar a terça ou a principal. Isso porque normalmente a primeira guitarra é mais fácil. O outro guitarrista pode falar ‘não me importo, posso tocar a segunda guitarra’ ou ‘isso é muito complicado’. Nesse caso, eu mesmo toco a segunda.

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No passado, eu e o Kai Hansen fazíamos dessa forma. Ele tocava a primeira linha e eu a segunda. Nos solos sempre era assim. No caso dos riffs, pode variar. Você assume que se a pessoa escreveu o riff, ele deve tocar a guitarra principal. Tem exceções, claro, você pode falar que não está conseguindo se entender com o que escreveu e pedir para outro tocar.

Por exemplo, na ‘Down With The Dumps’, que compus, perguntei se alguém poderia tocar a segunda guitarra. Normalmente, eu toco a segunda. Ah, essa música não devemos tocar ao vivo, de qualquer forma. Já com o Sascha, funciona diferente. Ele toca qualquer coisa que apareça! Nessa música, tem um riff simples e direto, então se eu estou tocando o acorde base, tem uma outra guitarra rítmica tocando a mesma coisa. Ele também pode tocar outra linha, para ter um impacto mais rico.

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Também pode acontecer de alguém falar ‘ei, isso está soando péssimo com duas guitarras fazendo o acorde mais agudo e uma fazendo mais grave’ ou então ‘toque apenas o acorde mais grave, sem a oitava’. A sonoridade pode ficar muito agressiva, então você resolve inverter e colocar dois caras para tocar os acordes mais graves e um só no agudo. Agora, depois que uma música é gravada, normalmente um de nós três ficamos de fora. Essa pessoa que ficou de fora, então, pode pensar ‘huuum, o que eu posso adicionar aqui sem atrapalhar a música?’.

Eu sei que o Sascha colocou um milhão de coisas na ‘Down in the Dumps’, por exemplo! Eu escuto e fico: ‘huuuum, muito esperto! Eu não toquei isso! Só pode ter sido ele!’. É assim que acontece no estúdio. No caso dos ensaios, é diferente, você simplesmente vê na hora: ‘não quero tocar isso, você pode tocar?’, e por aí vai...", disse.

Confira a entrevista completa aqui.

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, músico e fã. O heavy metal entrou na sua vida há 10 anos e nunca mais saiu. Gosta de estudar o tema e compreender o metal como manifestação cultural.

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