Zaza diz que carreira solo do Andre Matos é nível Angra e Shaman, mas faltou detalhe
Por Gustavo Maiato
Postado em 27 de agosto de 2022
O guitarrista Andre Zaza participou dos três discos da carreira solo de Andre Matos e em entrevista ao Ibagenscast refletiu sobre esse período e o que faltou para a banda atingir maiores patamares.
"A banda solo estava em uma situação complicada. A turnê do ‘Time To Be Free’ não foi o que esperávamos. O mercado havia mudado. Quando o Shaman lançou o primeiro disco, foi um estouro. Aquilo foi fora da realidade, com música na novela e tudo. Isso não é normal. O primeiro disco atendeu às expectativas até, mas o ‘Mentalize’ foi complicado. O Andre foi para outro projeto e isso pesava muito. Tinha o Symfonia e tudo mais. Em um período, a banda ficou um pouco de lado. Nunca me incomodou porque não dependia do dinheiro da banda para viver. Achei até que o fato de ele ficar mais fora seria bom para ele retornar melhor", explicou.
De acordo com Zaza, álbuns como o "Time To Be Free" são tão bons quanto "Ritual" e "Angels Cry" – do Shaman e Angra, respectivamente -, mas faltou o detalhe de uma boa gestão empresarial para a coisa decolar de vez.
"Ele não se ausentou muito tempo, mas isso atrapalha, né? O que será que aconteceria? A carreira dele estava muito mal gerenciada também. Começamos com o Paulo Baron, depois eles se desentenderam. Fiquei chateado com isso. Nós não decidíamos tudo, o Andre conversava, mas ele decidia no final. Tiveram outros empresários, o problema da carreira solo foi gestão. O ‘Time To Be Free’ é tão bom quanto o ‘Ritual’ e ‘Angels Cry’, mas você precisa levar isso para as pessoas. A turnê do disco foi junto com a comemoração de aniversário do ‘Angels Cry’. Era para ir para a Europa e Japão, mas faltou uma gestão cuidando disso. Não tínhamos esse alcance. Deveria ter sido feito, tínhamos um produto super legal. Tinha que buscar dinheiro para transformar isso em um projeto de turnê mundial", concluiu.
Confira a entrevista completa aqui.

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