Liberação de visto para bandas nos EUA é atrelada à percepção de sua grandeza
Por Gustavo Maiato
Postado em 31 de outubro de 2022
Um dos motivos que leva EUA a liberar vistos de trabalho para bandas excursionarem pelo país é a percepção de quão grande é aquele conjunto musical. Essa foi a conclusão a que chegou Milton Mendonça, produtor do ProgPower USA.

Em entrevista ao jornalista musical Gustavo Maiato, o produtor disse que o Hibria teve visto negado e o Blind Guardian quase foi pelo mesmo caminho.
"Lembro que teve esse problema com o visto mesmo. É um processo muito complicado e os passos para isso precisam ser bastante exatos. Não lembro direito o que houve, mas o visto não saiu.
No passado, o visto do Andre Matos não saiu também, quando tentamos trazer a carreira solo dele para cá. Todo ano dá uma merda. O sistema de aprovação é meio aleatório. Você manda a documentação e paga uma grana preta para isso. Só que quem decide sobre a aprovação não é a agência do governo e sim o cara que está processando aquela petição de visto.
Se o cara acordou de mal humor e não quer aprovar o visto, ele simplesmente coloca ‘negado’ e ninguém fica sabendo o motivo nem nada. Os vistos são baseados no mérito da banda. Se a banda é reconhecida internacionalmente e tem carreira com histórico e tudo mais. Pode ser que tenham pessoas que digam que banda reconhecida internacionalmente é o U2. Quem é essa outra aí? Nunca ouviu falar. É difícil. Nunca sabemos.
É engraçado porque uma vez o Blind Guardian quase teve o visto negado! Pediram mais informações para aprovar o visto. Isso depois de eles já terem tocado aqui umas 5 ou 6 turnês. Gastamos uma grana e ficamos torcendo. Se eles não aprovam, não retornam o dinheiro. O investimento já era", explicou.
Produtor de shows nos EUA comenta a cena
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