Há 27 anos: os Mamonas Assassinas, que tanto nos alegraram, se foram e deixaram tristeza
Por Mateus Ribeiro
Postado em 02 de março de 2023
Alecsander Alves Leite, Alberto Hinoto, Samuel Reis de Oliveira, Sérgio Reis de Oliveira e Júlio César Barbosa. Se você tem mais de 30 anos, certamente vai se lembrar desses cinco nomes com uma certa dose de nostalgia e alguma dor no coração. Caso você seja mais jovem e não saiba de quem este redator está falando, os nomes que iniciam esse texto são dos cinco integrantes da banda Mamonas Assassinas.
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O quinteto foi um dos maiores fenômenos da década de 1990 e conquistou milhões de pessoas com suas músicas cativantes. Além do som, o carisma e a irreverência dos integrantes do Mamonas foram determinantes para o grupo se tornar um fenômeno de popularidade entre crianças, adolescentes e até mesmo adultos.
A carreira dos Mamonas Assassinas foi curta, mas meteórica. O grupo lançou apenas um álbum (homônimo), que foi lançado em junho de 1995 e emplacou uma cacetada de hits: "1406", "Pelados em Santos", "Vira-Vira", "Chopis Centis", "Jumento Celestino", "Robocop Gay", "Mundo Animal" e "Lá Vem o Alemão".
Embora fosse uma banda de rock, o Mamonas Assassinas não tinha a mínima vergonha em flertar com outros estilos, do pagode romântico ao heavy metal, passando por forró, sertanejo e pop music. As letras das músicas, sempre irreverentes, falavam de situações reais da vida do brasileiro, como imigração, dificuldades financeiras e traição.
Infelizmente, a trajetória dos cinco alegres rapazes teve fim dia 2 de março de 1996, em um terrível acidente aéreo. O Mamonas Assassinas acabou de forma trágica e deixou milhões de brasileiros tristes, como se tivessem perdido pessoas próximas. E de fato, Dinho e sua turma entraram na vida de muita gente que até hoje sente a falta daqueles garotos, que poderiam estar andando até hoje em uma Brasília Amarela.
Vinte e sete anos depois, os Mamonas continuam vivos nos corações de seus fãs, inclusive deste que vos escreve. Muito obrigado, Alecsander Alves Leite, Alberto Hinoto, Samuel Reis de Oliveira, Sérgio Reis de Oliveira e Júlio César Barbosa.
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