Robert Trujillo sabe muito bem qual a sua missão no Metallica
Por Bruce William
Postado em 13 de abril de 2023
Durante participação de Robert Trujillo no "Groove - The No Treble Podcast", apresentado por Mitch Joel, o baixista Robert Trujillo falou de seu relacionamento com o Metallica, onde ele ingressou em 2003, após a saída de Jason Newsted. A transcrição é do Blabbermouth. Além de Trujillo, a banda conta ainda com James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria) e Kirk Hammett (guitarra).
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"O Metallica é uma família. Eu herdei uma família. Eu herdei novos irmãos. Como a maioria das pessoas sabe, ou espero que saibam, quando você entra em uma banda, especialmente em uma banda como essa, você assume uma responsabilidade. Na maioria das bandas é assim, acho que todos têm noção que assim são as coisas".
Trujillo diz então: "Uma coisa é você saber tocar, é claro que você tem que saber, você precisa passar confiança para a banda, tem que mostrar que sabe se apresentar. Mas também, ao se tornar um membro da família você precisa ser capaz de se adaptar às personalidades. E todos do Metallica são muito, muito diferentes uns dos outros, definitivamente não somos nada iguais. Então existe muita comunicação envolvida na forma como decidimos e resolvemos certas coisas".
Não que sempre seja fácil lidar com as coisas, explica: "E de vez em quando acontece que nem com um irmão, você se irrita profundamente com ele, e tem que lidar com as diferenças de personalidades, da mesma forma que faria com a sua família, considerando que o que realmente importa é a questão do apoio. Você tem que ter sensibilidade de saber quando um de seus irmãos está pra baixo e você precisa dar uma força pra ele. E tudo isto acontece quando você está em uma banda como o Metallica".
Trujillo ainda acrescentou: "Uma coisa é a forma como tocamos individualmente, outra como compomos com outras pessoas. No meu caso, eu entrei tarde na parada e eu era o principal compositor onde estava antes, mas de repente, quando me juntei ao Metallica, deixei de ser o principal compositor. Eu estou aqui para dar apoio como baixista, para dar apoio às ideias do James".
"Mas, de repente, agora é hora de criar, de vestir o chapéu da banda", prossegue o baixista. "Pois não se trata de ego, mas sim de como você trabalha em equipe. E além da música e das diferentes personalidades e de como você trabalha com os outros, há também a responsabilidade com a imprensa e as viagens envolvidas com a banda, e claro, pode ser desafiador estar o tempo todo na estrada, longe da família, tudo isto está no pacote".
Ele então finaliza: "Estar no Metallica e também crescer em termos criativos tem sido algo incrível, pois eu realmente acredito nisso. E sinto que nos desafiamos ao longo dos anos. Fizemos um álbum com Lou Reed; obviamente houve também o 'S&M²' que foi muito especial. São jornadas criativas pelas quais essa banda passa e você cresce junto com isso e se aprimora".
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