Agressivium, de Fortaleza, fala sobre redenção e pecado no videoclipe de "The Fallen"
Por Gustavo Maiato
Postado em 12 de janeiro de 2024
Quinteto chama atenção com sonoridade que mistura Killswitch Engage com Lamb of God, mas sem abrir mão de uma identidade particular, que pode ser ouvida no álbum de estreia "Kraken".
Após chamar atenção na cena de Fortaleza, capital do Ceará, com o lançamento do álbum de estreia "Kraken" e do videoclipe de "Burning Acid", o Agressivium iniciou 2024 já mostrando trabalho, com o novo clipe de "The Fallen".
Com riffs pesados e estética que une a agressividade com a vertente mais melódica, "The Fallen" faz lembrar algo entre a sonoridade de Lamb of God e Killswitch Engage, que são referências para a banda nordestina.
As cenas intensas do videoclipe foram capturadas no Instituto Cuca, no bairro do Pici, em Fortaleza, e capturam a energia da banda tocando ao vivo e pra valer. Júlio Macedo, vocalista da Agressivium, explica o conceito por trás de "The Fallen".
"A letra é um monólogo sobre a queda e redenção. Seus pecados do passado confortam sua vontade de ascender. A música é uma grande reflexão – bem pessoal – de como, através dos próprios conflitos internos, podemos nos fortalecer e buscar a própria redenção", conclui.
Completam o time da Agressivium os seguintes músicos, todos com experiência na cena underground fortalezense: Marcello Fernando (guitarrista), André Felipe (guitarrista), Bruno Santos (baixista) e Bosco Lacerda (baterista).
Mais sobre Agressivium
A banda Agressivium teve sua origem em 2015, quando um grupo de músicos decidiu se unir após se conhecerem em um cover do Killswitch Engage. Com a proposta de seguir a mesma linha musical, a banda de Fortaleza, Ceará, foi formada com influências de grupos como As I Lay Dying, Miss May I, The Sorrow e Lamb Of God.
O álbum de estreia, intitulado "Kraken," é uma obra que reflete a visão da banda. Com composições predominantemente a cargo do guitarrista Marcello Fernando, o disco destaca-se pelo peso, groove e intensidade. As letras, escritas pelo vocalista Júlio Macêdo, exploram uma ampla gama de experiências e críticas, abordando desde questões sociais e políticas até reflexões pessoais sobre o lado sombrio da existência.
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