A opinião de Humberto Gessinger sobre o Mamonas Assassinas
Por Bruce William
Postado em 12 de janeiro de 2024
Uma das trajetórias mais meteóricas e com final trágico no meio musical aconteceu em meados dos anos noventa com o Mamonas Assassinas, uma banda brasileira de rock cômico que alcançou um imenso sucesso trazendo um estilo irreverente com letras humorísticas que lançou seu primeiro e único álbum em 1995, que se tornou um fenômeno instantâneo. Contudo, a ascensão foi abruptamente interrompida por um trágico acidente aéreo que tirou a vida dos membros em março de 1996, encerrando prematuramente a promissora carreira do grupo.
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E matéria publicada aqui no Whiplash.Net há alguns dias relata a opinião de Renato Russo sobre o Mamonas Assassinas, que surgiu quando a Legião Urbana já era um grupo consagrado, mas cujo sucesso meteórico e morte trágica em março de 1996 abalou o vocalista, que via neles um sopro de vitalidade que ele já não possuía por estar debilitado devido à AIDS, a ponto dele mandar publicar nos jornais um anúncio no qual se despedia dos colegas de gravadora na EMI: "Adeus, Mamonas, um abraço sincero da Legião".
Durante entrevista publicada na edição de janeiro de 1996 na revista Bizz, foi perguntado para Humberto Gessinger como ele via o Mamonas Assassinas, e o líder do Engenheiros do Hawaii respondeu: "Eles são reflexo dessa história de especialização. O sujeito compra o disco dos Mamonas para rir, é uma coisa específica. Como há discos de dance para fazer você dançar. Há algum tempo eu achava isso ruim, hoje não", diz Humberto.
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