O baterista do Pearl Jam que acredita ter salvado a reunião do Guns N' Roses
Por Bruce William
Postado em 10 de janeiro de 2024
Dave Abbruzzese entrou no Pearl Jam em 1994, substituindo Dave Krusen, que gravou a bateria do "Ten" e saiu por motivos pessoais. Dave então ficou na banda até 1994, quando foi demitido, sem nenhuma explicação oficial, tendo participado dos álbuns "Vs." e "Vitalogy", além de vários vídeos e shows famosos.
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Alguns anos mais tarde, em 1997, Abbruzzese andou tocando com Axl Rose no que seriam sessões de músicas que sairiam posteriormente no álbum "Chinese Democracy", que só veria a luz do dia em 2008. Mas Dave ficou no meio do caminho e nada do que ele fez chegou efetivamente a sair no disco. E durante entrevista com a Songfacts, foi perguntado para ele o que se recorda da experiência de trabalhar com o Guns N' Roses:
"A coisa do Guns foi complicada", diz Abbruzzese. "Axl e eu nos familiarizamos através de chamadas telefônicas noturnas durante meses antes de nos encontrarmos e tocarmos juntos. Foi um momento difícil para mim, pois estava bastante afetado pela maneira como meu empresário lidou com minha saída do Pearl Jam. Eu tinha receio de entrar novamente em uma grande banda por causa disso", explicou o baterista.
As coisas estavam indo bem até que ele disse algo que fez com que tudo mudasse: "Falei com a administração do Guns N' Roses sobre a minha opinião de que as novas músicas talvez fossem mais adequada para um álbum solo do Axl do que para um álbum do Guns N' Roses".
Abbruzzese prossegue citando Doug Smith, que na verdade dever ser o Doug Goldstein, aponta a Songfacts: "Doug Smith, o empresário do Guns na época, me disse que a administração e a gravadora tinham um plano de deixar o álbum que estávamos fazendo ser o catalisador para fazer com que Axl se reunisse com Slash. O plano era deixá-lo falhar, e a esperança era que esse fracasso o inspirasse a se reunir com Slash de forma a colocar o grande trem de volta nos trilhos. Quando ouvi isso, fui forçado a escolher entre informar Axl sobre isso ou simplesmente desistir. Senti que se contasse a ele sobre o plano, destruiria o pouco de fé que ele tinha".
"Então, optei por aceitar o golpe e sacrificar minha nova amizade pelo bem da capacidade de Axl continuar sendo uma força criativa", diz. "Foi uma decisão difícil, mas, no final das contas, uma que estou feliz por ter tomado. Eu amo aquele cara e não queria ser responsável por arruinar a chance dele e da banda continuarem a fazer música para os fãs que esperaram tão pacientemente por tanto tempo para que o Guns N' Roses retornasse", finaliza o baterista.
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