"Tanto estardalhaço por conta de uma porcaria!", diz Regis Tadeu sobre estreia do Bon Jovi
Por Bruce William
Postado em 02 de fevereiro de 2024
O jornalista e crítico musical Regis Tadeu postou em seu canal do youtube mais um vídeo da série "Porque eu detesto", onde ele fala sobre o álbum de estreia do Bon Jovi, que está completando 40 anos e ganhou uma reedição de luxo em diversos formatos "Tanto estardalhaço por conta de uma porcaria!", diz Regis logo na apresentação do vídeo.
"Quando eu soube dessa notícia, evidentemente que eu tratei de reouvir o álbum nessa versão nova e expandida e senti se algo havia mudado na minha percepção e na minha opinião que eu sempre tive a respeito dessa estreia", conta Regis. "E depois de ouvir tudo eu cheguei à conclusão de que a minha opinião continua rigorosamente a mesma que eu tive - e que eu sempre tive aliás - desde que eu ouvi essa porcaria na época do seu lançamento original lá em janeiro de 1984".
Em seguida, ele fala sobre a sonoridade do trabalho: "O primeiro álbum do Bon Jovi ele nada mais é do que um disco plenamente romântico na sua babaquice poética que é embalada ali nuns roquinhos melódicos e totalmente inofensivos, tudo ali com uma timbragem que não desagradasse às rádios FMs Americanas da época. E claro, com aquela sonoridade tipicamente oitentista do mercado morninho dos Estados Unidos. Essa sensação de som datado inclusive já era uma realidade até mesmo no final dos anos oitenta, passaram-se poucos anos para aquilo ficar envelhecido, inclusive um tipo de geração de gente com os cabelos mais volumosos do que o QI dos integrantes daquelas bandas todas e dos dos artistas e do do próprio público".
No resto do vídeo, Regis argumenta que as músicas são clichês sonoros, a estética é ridícula e a voz de Bon Jovi parece sair de uma linha de fabricação de frontman genéricos da época, criticando também faixas específicas como "Runaway" e "She Don't Know Me", além de desaprova também as faixas bônus da edição remasterizada, concluindo que o álbum permanece como um desastre sonoro e um retrato da mediocridade musical dos anos oitenta.
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