Mike Portnoy revela trabalho dos Beatles que ele considera mais importante para sua carreira
Por Bruce William
Postado em 08 de outubro de 2024
Mike Portnoy nunca escondeu sua imensa paixão pelos Beatles. "Você não encontrará alguém mais fanático por Beatles do que eu", afirma o atual baterista do Dream Theater. "Metade da minha perna está tatuada com imagens de 'Sgt. Pepper's' e 'Yellow Submarine'. Eles significam mais para mim do que qualquer banda na história da música e meu amor, respeito e admiração por eles são incrivelmente profundos, e isso se aplica a Ringo [Starr, baterista] também", revela o músico.
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"Tudo que os Beatles fizeram resistiu ao teste do tempo. Eles quebraram todas as regras, criaram todas as regras e definiram o padrão para os 50 anos seguintes e além", disse o baterista em outra ocasião, reiterando sua imensa paixão pela banda, que inclusive o levou a montar o Yellow Matter Custard, uma banda tributo aos Beatles que conta com Matt Bissonette no baixo e Neal Morse no vocal e guitarra.
E ao ser questionado pela Consequence sobre os álbuns que influenciaram sua forma de tocar, Portnoy diz: "Eu tenho que começar com Ringo Starr e os Beatles. E é uma escolha estranha, 'Magical Mystery Tour', porque tecnicamente nem é um álbum de verdade dos Beatles. Os Beatles são minha banda favorita de todos os tempos. Eles são desde o dia em que nasci. Então, eu não posso dar crédito suficiente a Ringo pela influência que ele teve em mim. Ele é o cara que fez tudo primeiro. Na verdade, você nunca sabia quem era o baterista de qualquer banda até os Beatles e Ringo. E de repente você tinha um baterista que era uma quarta personalidade igual na banda, com a mesma presença dos outros caras."
Prossegue Portnoy: "E mesmo que 'Magical Mystery Tour não seja como um álbum real, ele é um consenso para mim em termos de inventividade e ousadia deles. 'Strawberry Fields Forever' foi uma produção tão sônica e inventiva, desde o jeito como usaram a bateria, tudo, desde caixas de marcha até fitas aceleradas e desaceleradas. 'I Am the Walrus' tem uma bateria incrível. Todos aqueles fills, você pode tocá-los no ar, até a simplicidade de músicas como 'Penny Lane', onde o ritmo de fundo é literalmente apenas uma caixa."
"Este é um daqueles álbuns que tem um pouco de tudo, e é um grande ponto de criatividade para eles, vindo de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, que foi o primeiro álbum lançado depois que eu nasci em '67", emenda o baterista, que conclui: "Então sim, eu vou escolher Ringo, os Beatles e Magical Mystery Tour para começar."
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