O motivo pelo qual Paul McCartney se recusou a tocar Beatles com sua banda The Wings
Por André Garcia
Postado em 05 de dezembro de 2024
Conforme a separação dos Beatles foi se mostrando inevitável, Paul McCartney foi afundando na depressão e na bebida. Quando a banda finalmente acabou, houve um período sombrio em que ele só saía da cama para beber.
Segundo a Far Out Magazine, o mais lendário baixista do rock ainda vivo disse que, naquela época, ele chegou a ficar em dúvida sobre prosseguir na carreira musical.
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"Eu estava deprimido. Qualquer um ficaria [no meu lugar]. [Imagina só] você se separando de seus amigos de toda uma vida."
A forma que McCartney encontrou de sair da bad e voltar à ativa foi deixar os Beatles para trás e recomeçar tudo de novo: "Decidi que, para ter uma banda de verdade e tomar uma nova direção, era preciso começar de baixo, do zero."
Eventualmente o The Wings começou a tocar clássicos dos Beatles (alguns que a própria banda jamais havia tocado ao vivo) em ótimas versões. O álbum ao vivo "Wings Over America" (1976) é o exemplo perfeito.
No começo do The Wings, entretanto, a decisão de não tocar Beatles foi extremamente ousada porque a banda ainda não tinha seus próprios hits. Imagina só você compor alguns dos maiores hits do século e, de repente, se ver em uma outra banda que não tinha nada de conhecido para tocar:
"Decidimos não tocar nada dos Beatles, o que foi um tiro no pé, é claro, porque isso significava que a gente teria que fazer uma hora de show com algum outro material, que a gente ainda não tinha na época. Eu não tinha algo como 'My Love', que era mais ou menos meu. Eu sentia que todo mundo queria ouvir era as coisas dos Beatles, então eu estava muito nervoso com aquilo."
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